Especial: Mês da Mulher

Bom, este texto deveria ter sido escrito e publicado antes do Dia da Mulher, mas é como diz o ditado: “Antes tarde do nunca”. Então aqui está o texto que resume a nossa trajetória na data e apresenta a nossa ideia de um mês inteiro mobilizado na produção e divulgação de conteúdo que valorize o trabalho feminino no mundo dos boardgames, além de comentar um pouquinho sobre diversidade.

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Análise: Flamme Rouge, da Conclave Editora

Eu não tenho nenhum grande conhecimento ou até mesmo interesse por ciclismo. Na verdade, eu nem sei andar de bicicleta. Nunca consegui aprender devido a experiências traumáticas em tentativas frustradas na infância. Se me falarem em Tour de France, mais rápido vou me lembrar do álbum do Kraftwerk (banda alemã de música eletrônica) do que da tal famosa prova de ciclismo de estrada. No entanto, mesmo com toda a minha falta de familiaridade com o tema, achei Flamme Rouge um dos lançamentos recentes mais interessantes da Conclave Editora no Brasil.

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Análise: Attack On Titan – The Last Stand, da Cryptozoic Entertainment

Attack On Titan (Shingeki No Kyojin, no original) é um dos maiores fenômenos do mercado de mangás e animes dos últimos anos, conseguindo romper com a barreira do nicho e alcançar todo um novo público que foi conquistado por sua história inovadora e bastante madura. Um drama sobre a resistência humana, vivendo em cidades muradas, contra as investidas dos poderosos titãs. Porém, o que poderia cair facilmente em uma vazia de ação, na verdade se desenvolve como uma grande história de sobrevivência, repleta de intrigas e emocionantes reviravoltas, com personagens profundos e cativantes.

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Preview: O Doutrinador Card Game, da New Order Editora

A adaptação cinematográfica de O Doutrinador, HQ nacional criada por Luciano Cunha, acaba de estrear trazendo para a grande tela o primeiro anti-herói brasileiro. Apesar das muitas semelhanças com inúmeros vigilantes gringos bem conhecidos, o nosso Doutrinador se diferencia pelo tipo específico de bandido que caça: políticos corruptos. A ideia original existia desde 2008, porém foi a marcante onda de protestos de 2013 que levou seu autor a retirar o projeto da gaveta. Os primeiros passos foram digitais, mas não demorou muito a chegada de uma versão física através da Redbox Editora.

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Análise: Dropmix, da Harmonix

A utilização de elementos digitais em boardgames não é exatamente uma novidade, apesar de sua aplicação ainda se dar de uma maneira bastante restrita, temos alguns exemplos amplamente conhecidos, tais como XCOM e Mansion Of Madness: Segunda Edição, lançados aqui no Brasil pela Galápagos Jogos. Tal integração permite ampliar a experiência oferecida aos jogadores, abrindo toda uma nova gama de possibilidades antes impensáveis.

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Análise: Dino Wars, do Studio Teia de Jogos

Dino Wars é um jogo de Jordan Florio, do Studio Teia de Jogos, que tenta seguir um caminho bem diferente, mas muito necessário, do que temos visto até então em termos de criação nacional. Enquanto a maioria dos jogos são criados visando quem já faz parte do hobby, em Dino Wars foi tentado alcançar o grande público utilizando para isso uma base amplamente conhecida, mas sem deixar de lado a introdução de elementos modernos.

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Análise: Sherlock, da Mandala Jogos

Sherlock é o jogo com a melhor relação custo-benefício que eu já adquiri desde entrei no hobby. É diversão para 3-4 jogadores (não vale a pena para 2 jogadores) por apenas R$35. Como se isso já não fosse suficiente, ele ainda é bonito e possui uma boa qualidade. Com poucos componentes e regras bastante simples, ele consegue transmitir perfeitamente o tema investigativo proposto. Tudo isso em partidas de 15 minutos em média de duração.

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Análise: Codenames Marvel

Codenames é um party game criado pelo consagrado game designer Vlaada Chvátil, autor de sucessos como Through The Ages, Mage Knight e Galaxy Trucker. Tendo sido lançado em 2015, virou um verdadeiro fenômeno mundial, gerando uma série de derivados. Ao todo a franquia possui até agora um total de 6 títulos lançados e um sétimo já está a caminho. O ganhador do Spiel des Jahres 2016 está em primeiro lugar absoluto no rank do BGG na categoria Party (segundo e décimo também, com Duet e Pictures) e em 44º na categoria Geral.

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Fim de parceria motivado por vídeo de Dia das Mulheres

É com um enorme pesar que me vejo hoje digitando essas linhas para dividir com aqueles que acompanham o nosso canal um triste ocorrido. Na noite do dia 6 de abril (uma sexta-feira), os responsáveis pela Game Of Boards nos chamaram para formalizar e comunicar a decisão de encerrar a parceria com a gente, alegando como motivo principal a repercussão negativa que o nosso vídeo de Dia das Mulheres teria tido entre os clientes da loja.

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Análise: Fotossíntese, Mandala Jogos

Fotossíntese é sem sombra de dúvidas um dos títulos mais impressionantes que joguei nos últimos tempos. Além do sempre apreciado equilíbrio entre simplicidade de regras e profundidade estratégica, ele ainda apresenta uma perfeita integração temática e uma arte que não é apenas belíssima, mas também funcional. Acho que é a primeira vez que vejo realmente uma utilização de componentes 3D ser fundamental mecanicamente em um jogo.

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