Análise em vídeo: Karuba, da Conclave Editora

É Jumanji? Não, é Karuba! Um board game rápido, de regras fáceis e com muita estratégia. Karuba é um dos próximos lançamentos da Conclave Editora, que traz para o Brasil este sucesso indicado ao Spiel des Jahres 2016, considerado o “Oscar dos jogos de tabuleiro”.

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Análise: Dr. Eureka, da Mandala Jogos

Dr. Eureka é um dos family games mais divertidos que joguei nos últimos tempos. Ele é um jogo que trabalha com reconhecimento e construção de padrões em tempo real exigindo dos jogadores destreza e agilidade, tudo isso utilizando apenas tubos com bolinhas coloridas e algumas cartas. A arte de capa é bem infantil e pode afastar alguns jogadores, passando a ideia errada de ser um jogo bobinho, o que está bem longe da verdade.

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Overdrive: um ótimo jogo em financiamento coletivo

Neste vídeo falamos sobre Overdrive, novo jogo de Moisés Pacheco e Bianca Melyna, que vem para trazer mais uma opção de “dice placement” aos fãs do gênero. Agora com pitadas musicais, o objetivo é ser aclamada como a maior banda de rock em uma batalha digna de grandes festivais. Testamos o protótipo e falamos um pouco sobre o que esperar do jogo. Continuar lendo Overdrive: um ótimo jogo em financiamento coletivo

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Análise: Por Favor, Não Corte Minha Cabeça, da Geeks N’ Orcs

Como eu já disse anteriormente em outro texto, sinto falta de uma maior diversidade de elementos nos boardgames com temática de terror, tudo acaba ficando resumido a Cthulhu e Zumbis. Adoro ambos, porém acho que já está muito saturado. Existem tantas outras possibilidades para serem exploradas. Então, quando fiquei sabendo sobre o Por favor, não corte a minha cabeça! fiquei  bem animada de cara. Ele tentar uma caminho diferente, fugindo do óbvio.

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Análise: Modern Art, da Galápagos Jogos

Modern Art é um jogo que sempre ouvi falar, mas nunca tinha tido oportunidade de jogar. Por conta disso, quando um tempo atrás apareceram aquelas cópias perdidas da lendária edição da Odysseia Jogos, nem dei muita bola. Isso foi bom, senão teria comprado por um valor mais caro, por uma edição que nem é tão bonita assim. Particularmente, gosto mais da nova, que foi produzida pela CMON e lançada no Brasil pela Galápagos Jogos.

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Taverna: quando os dois lados discordam

Taverna é um jogo de tabuleiro muito divertido para até cinco participantes… Ou será que não? Com controle de área e muita intriga nas mesas do Reino de Averna, ele te coloca no papel de agradar os nobres locais. Felipe e Aline discordam sobre o veredicto do game da Mandala Jogos, por diversos motivos, para o bem ou para o mal. Assista e descubra o que rolou nesta análise completa!

Você pode comprar Taverna na Game of Boards neste link.

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Modern Art: afinal, é arte mesmo?

No novo vídeo do Turno Extra falamos sobre Modern Art, game da Galápagos Jogos e da Cool Mini Or Not que chegou ao Brasil e, na verdade, é um relançamento de peso voltando por aqui. Em uma época onde a arte é questionada e atacada, é um jogo interessante para colocar na mesa! Assista e veja nossa opinião:

Compre sua cópia de Modern Art na Game of Boards neste link.

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Análise: Cartas a Vapor, da Potato Cat

Cartas a Vapor é um jogo que chamou a minha atenção por dois motivos bastante inusitados dentro do mercado nacional: ter uma mulher como game designer e ser inspirado em um livro de Steampunk brasileiro – A lição de anatomia do temível Dr. Louison, do gaúcho Enéias Tavares. Acho que mesmo fora do Brasil ambas as coisas são ainda bastante incomuns.

Um encontro do Steampunk com personagens da literatura brasileira numa trama de crime, mistério e terror.

Como mulher dentro de um hobby predominante masculino sempre é um motivo de alegria encontrar outras mulheres que compartilhem do mesmo gosto que tenho por boardgames, melhor ainda quando elas começam a desenvolver atividades na área. É muito bom poder ver mulheres como donas de lojas, editoras, organizadoras de eventos, ilustradoras e também game designers. É enriquecedor para o hobby, pois agrega uma visão diferente.

Cartas a Vapor foi o primeiro jogo publicado pelo casal Kevin e Samanta Talarico. Para isso, eles fundaram a Potato Cat e viabilizaram o lançamento através de uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo. O jogo contou com a participação ativa do autor do livro em todo o processo de desenvolvimento, pois sua preocupação era que o Cartas a Vapor fosse acessível para todo o público.

Minha formação acadêmica em Letras, mas especificamente Literatura, sempre me faz ter grande interesse por qualquer tipo de adaptação de livros para outros meios. Isso combinado com a minha paixão por boardgames resultou em uma combinação perfeita. Apesar de não ser fã de histórias no estilo Steampunk, acho o conceito e a estética bem interessantes, principalmente para trabalhar em meios visuais.

Tendo em mente a ideia de ser acessível, Cartas a Vapor usa como base o baralho de cartas tradicional. O principal do jogo está na formação de sequências numéricas com as cartas, elas podem ser pares, ímpares ou corridas. Tais cartas numeradas que formarão a mão dos jogadores recebem o nome de Peças. O limite de sequências em jogo é 6 e elas podem ser formadas por até 6 cartas.

Uma partida de Cartas a Vapor em andamento.
Sequências numéricas válidas no jogo.

Existem 4 tipos de Peças diferentes no jogo: Pesadas (Vermelho), Leves (Marrom), Enfeitiçadas (Roxo) e Enferrujadas (Verde). Existe também a chamada Peça Brilhante, que funciona como um coringa. Cartas a Vapor utiliza cartas numeradas entre 1-8, porém os baralhos vêm completos para que os jogadores possam utilizá-los como um baralho estilizado para outros jogos de cartas tradicionais.

Tipos de cartas de Peças.

O modo como são fechadas as sequências e como as cartas serão utilizadas para comprar as cartas de Ferramenta mudam de acordo com cada missão do jogo. As missões são compostas de 3 cartas. Uma com o lore, outra com o objetivo de heróis e vilões e uma última que determina as condições de resgate e utilização das cartas. Isso garante a Cartas a Vapor uma ampla rejogabilidade, através de um número extenso de possibilidade de combinações.

O possui um total de 14 missões.

Cartas a Vapor é um jogo para ser jogado em times, um lado com os heróis e outro com os vilões. As cartas de personagem variam entre 1-3, tal variação permite equilibrar o jogo com qualquer número de jogadores, o que precisar ser igual é a soma total da pontuação total do time. Cada personagem possui uma habilidade única. Na hora de montar o time é bom que os jogadores busquem aqueles com maior sinergia.

Alguns dos personagens do jogo.

O esquema de times do Cartas a Vapor tem um lado muito bom que é o de permitir times com número de jogadores desigual. Então, se o número total de jogadores for ímpar ou ainda mais jogadores quiserem jogar em um dos lados, isso não será problema. O que dá uma flexibilidade bem maior do que se costuma verificar em jogos desse tipo. O problema é o clássico fator Alpha Player, questão recorrente em jogos com teor cooperativo em algum nível.

O número de ações que cada jogador irá ter depende da quantidade total de jogadores em cada time. As ações possíveis são: baixar carta de Peça, repor a mão (só se estiver vazia), construir ou usar Ferramenta e utilizar habilidade de personagem. As sequências de cartas de Peça compradas da mesa são de propriedade do time, não do jogador que a comprou. Portanto, a decisão quanto a sua utilização será coletiva, isso propícia muito o controle de um jogador sobre os demais. Principalmente, se tratando de um jogador mais experiente.

As missões possuem uma escala de dificuldade gradativa, o que em um primeiro olhar pode parecer bom, mas também pode ser ruim. Digo isso porque as missões iniciais possuem um fator sorte alto e podem passar uma ideia errada sobre o jogo. A primeira missão é encontrar uma determinada Ferramenta, então vira uma espécie de corrida. Porém, as missões posteriores vão crescendo em complexidade, sendo por isso bem mais interessantes.

Ferramentas exigidas na primeira missão.

A questão é o jogador não desistir nas iniciais e chegar até lá. Não que seja obrigatório jogar na ordem, cada missão funciona de maneira independente. Porém, creio que seja uma tendência mais ou menos geral seguir a ordem sequencial. Todavia após dominar as regras pode valer a pena pular as missões iniciais e partir para aquelas que se encontram do meio para o final.

Eu achei as Ferramentas em geral o ponto fraco do jogo, é bem comum acumular várias delas sem utilizar. Tem regra para evitar que o jogador fique com Ferramentas inúteis, porém mesmo assim ainda acho problemático. Principalmente, nas primeiras partidas, nas quais acaba rolando uma tendência de apenas ficar acumulando. Não existe um limite de quantas se pode ter e acontece de simplesmente esquecer um ou outro efeito útil que poderia ter sido utilizado. Saber usar bem as Ferramentas pode demandar algumas partidas.

Apesar da recomendação que dei de pular as missões iniciais após aprender a regra, o jogador não precisa se preocupar com falta de material no jogo. Além das variantes que vêm apresentadas no manual, Cartas a Vapor ainda vem com uma expansão que apresenta traz novos tipos de missões. Existe ainda a variante de cenário que adiciona as belas cartas abaixo.

Adiciona regras específicas. Na minha opinião, é o conteúdo extra mais legal do jogo.
Cartas especiais da missão da expansão que utiliza personagens de O Cortiço, romance de Aluísio Azevedo. Eu gosto muito desse livro.

A arte do jogo em geral não me agradou, principalmente a referente aos personagens. Eu acho a capa do livro muito bonita e preferia que o jogo tivesse seguido o mesmo estilo. Porém, não acho a arte ruim ao ponto de ser algum tipo de demérito.

As cartas de Peças até são bonitas, fornecendo um interessante baralho estilizado. O único problema em relação a elas é que os tons das cartas vermelhas e marrons ficaram bem próximas, o que pode gerar alguma confusão. Porém, nada que prejudique fundamentalmente o jogo, já que as cartas possuem ícones para diferenciar seus tipos.

Cartas de Peças organizadas nas sequências conforme determina as regras do jogo.

O jogo apresenta também problemas de variação de tonalidade das cartas que afetam também o verso das cartas, isso pode causar problemas para jogadores mais competitivos, ainda mais se tratando de um jogo de cartas. Isso prejudica o propósito de colocar como item adicional no jogo, baralhos tradicionais completos. Porém, no Cartas a Vapor em si essa é uma questão que não atrapalha em nada.

Tirando a questão pontual de diferença de tonalidade no verso de algumas cartas e tonalidade parecida em dois tipos de cartas específicos, nada há para reclamar em relação à qualidade material do jogo. A caixa é firme, sem ser exageradamente grossa, comporta todas as cartas de forma confortável. Parece ter espaço para cartas com sleeve, porém não posso afirmar se cabe ou não por não ter sleevado a minha cópia.

A caixa de Cartas a Vapor ainda vem com insert de verdade, não aquele papelão inútil que vem na maioria dos jogos. A divisória para acomodar as cartas é feita de um material rígido e revestido de um tecido que me pareceu ser veludo. Nunca tinha visto algo semelhante em jogos. Impressiona todos que veem pela primeira vez. Ainda sobre a caixa, ela possui um bom tamanho que permite carregar o jogo com facilidade para qualquer lugar. Ela também não é folgada nem apertada demais.

Componentes do jogo na caixa e manuais.

Cartas a Vapor está a venda nas melhores lojas do ramo. Na Game Of Boards, o jogo pode ser adquirido por R$139,9. Existe uma cópia dele na ludoteca da loja, então é possível testar antes de comprar.

Confira a explicação de regras que gravamos com Kevin Talarico:

Confira também a entrevista que fizemos com o Kevin e a Samanta Talarico:

 

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Análise: Dwar7s Outono, da Mandala Jogos

Dwar7s Outono foi um jogo que me despertou zero interesse inicialmente. Acho que, como quem acompanha regularmente o blog e o canal sabem, eu estou bem cansada da temática medieval e de fantasia. Assim sendo, a ideia de montar um reino de anões não é nada atrativa para mim. Porém, o jogo reúne uma combinação de mecânicas e regras bem simples, mas muito bem amarradinhas. Eu gosto muito disso, quando o jogo é redondo e fica claro o esquema ação-reação.

Exemplo de partida em andamento com 2 jogadores.

Aprender o jogo é bem fácil e rápido, ele tem uma barreira de entrada praticamente inexistente. É possível jogar tranquilamente com novos jogadores. Dwar7s Outono brilha nos pequenos detalhes que dão o teor estratégico ao jogo, fazendo com que seja uma opção interessante também para jogadores mais experientes. O problema disso é que em uma mesa misturando os dois tipos de jogadores a chance dos novatos serem massacrados é bem grande, o que pode ser desestimulante ou frustrante para alguns. É um jogo que leva uma ou duas partidas para pegar a malícia.

Os jogadores em Dwar7s Outono possuem a mesma 9 cartas: minas, castelo, troca objetivo, ogro, troll e dragão, sendo essa quantidade também o limite de mão. As ações do jogo são apenas duas: baixar uma carta e alocar anões nas cartas. Em seus turnos, os jogadores podem realizar três ações em qualquer combinação. Cada carta pede uma quantidade específica de anões para realizar seu efeito. O final do jogo é disparado quando um jogador cumpre o terceiro objetivo.

Todos os jogadores começam a partida com as mesmas 9 cartas na mão.

Os jogadores começam a partida com um objetivo individual secreto, os demais ficarão abertos na mesa. Sempre teremos 3 objetivos disponíveis para serem cumpridos. Os requisitos são sempre combinações dos quatro gemas presentes no jogo, a quantidade de pontos é variável de acordo com o nível de dificuldade. As gemas são cartas que vão para a mão dos jogadores. Assim sendo, é preciso baixar logo as cartas iniciais para abrir espaço para guardar as cartas de gemas. A questão é que nem sempre é vantagem colocar tudo tão rapidamente em jogo.

Objetivos secretos.
Demais objetivos.

As cartas de troca objetivo, troll e dragão podem ser mais vantajosas de segurar para um uso posterior dependendo do andamento da partida, mesmo as minas podem sofrer com essa questão. Colocar ou não em jogo depende muito do que os oponentes estão jogando. Por exemplo: Se já tem minas azuis em jogo, talvez seja mais vantajoso segurar a sua um pouco. Um anão de outro jogador pode trancar uma mina futuramente ou jogar uma mina de outro tipo em cima daquela. É um jogo com bastante formas de manipulação e as situações são bem variáveis.

Para cumprir um objetivo não basta conseguir reunir as gemas solicitadas, após isso ainda é preciso colocar seus anões na carta de troca objetivos, então é muito comum que um oponente tente trancar essa carta, principalmente ao notar que você está próximo de cumprir um objetivo que concede uma pontuação grande. Saber o momento certo de baixar sua própria carta de troca objetivo pode dar uma boa vantagem estratégica.

Um único anão vermelho está alocado na carta de troca objetivo apenas para travar o espaço e impedir sua utilização pelo oponente.

A única carta que é claramente vantagem jogar logo no início é o castelo, pois ele concede ao jogador uma quarta ação, além de possibilitar recuperar cartas que estão em baixo de outras cartas. Para jogar uma carta sobre a outra basta que ambas sejam do mesmo tipo. O castelo também serve para determinar o seu reino, que será formado por todas as construções dentro da muralha. Essa é uma questão muito importante do jogo, além dos pontos de objetivos, os jogadores pontuam também pelo tamanho do reino. É preciso se manter atento a isso, uma muralha bem ou mal colocada pode fazer grande diferença no resultado final.

O castelo vermelho foi posicionado de forma a evitar o efeito negativo da carta do troll. Assim sendo, apenas o castelo verde está com sua habilidade anulada.

Além de tudo o que já foi exposto, o jogo ainda dispõe de três formas de ataque direto. As cartas de ogro são as mais efetivas porque são ações ativas instantâneas que não são podem ser bloqueadas. Já as cartas de dragão e troll possuem um efeito passivo de desativação de efeito de localidades nos reinos onde forem colocadas, elas podem ser anuladas ao alocar a quantidade de anões solicitada na carta. Isso ainda concede ao jogador 3 pontos. Em virtude disso, é comum jogar essas cartas mais na intenção de ganhar esses pontos do que prejudicar o oponente.

Cartas de ogro.

Dwar7s Outono é um jogo com partidas bem rápidas e bastante interação entre os jogadores. Além disso, ele é bem fácil de explicar e não exige muito espaço. É um jogo também de fácil transporte, pois a caixa é pequena e seus componentes se resumem a uma quantidade relativamente pequena de cartas e os conjuntos de meeples de anões de cada jogador, o que o torna bastante leve.

Um jogo bastante compacto. Fácil de carregar para qualquer lugar.

A arte do jogo é bem bonita, apesar de considerar o tema pouco atrativo. Ele está sendo vendido a R$ 109,90, o que considero um preço bastante vantajoso para o que é oferecido. O jogo ainda possui um modo solo para o qual é necessário comprar um playmat no valor de R$40. Eu tenho usado o playmat nas partidas multiplayer do jogo só pelo fator beleza e acho que é uma aquisição que vale a pena, apesar de não agregar nada em jogabilidade.

Playmat bem bonito para incrementar o jogo.

Dwar7s Outono pode ser adquirido nas melhores lojas do ramo. Nossa recomendação é a Game Of Boards, a casa do boardgamer carioca. Além de comprar com um ótimo preço e um super atendimento, você ainda pode dar aquela testada para ter certeza do que está levando para casa. Eles possuem programa de aluguel de jogos e também a jogatina semanal toda sexta-feira a partir das 18h. Estamos sempre por lá, se quiser jogar com a gente ou trocar uma ideia é só chegar.

Confira a seguir o Turno Cast sobre Dwar7s Outono:

Em breve, vai ao ar uma entrevista que gravamos com Luis Brueh, autor do jogo. Fiquem ligados e façam a inscrição no canal para não perder nenhum vídeo.

Foto tirada com Luis Brueh na jogatina de sexta-feira da Game Of Boards.
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