É hora de iniciar um novo turno

Quando o Turno Extra foi criado, em 2013, era um desejo exclusivo da Aline, mas que acompanhei de perto e palpitei até onde pude, como na ideia de nome, hospedagem e temas dos posts. Era apenas um blog gratuito no “Blogger” para que ela pudesse escrever, 100% na base da diversão, sobre os jogos de tabuleiro que gostava. Quase quatro anos depois, esse cenário mudou bastante.

Hoje o Turno Extra expandiu. Além de outras redes sociais, temos também um canal no YouTube. Outros tipos de textos e postagens são realizados. Mas há um ponto em especial que eu nunca quis alterar: o protagonismo. Aline teve a ideia e Aline criou. Ela é a dona do blog e do canal. No canal, eu também participo e ajudo na produção, já que tenho conhecimentos mais elaborados sobre vídeo e edição, por conta da minha profissão. Mas o blog, até então, seguia sendo feito exclusivamente por ela.

As mudanças não foram feitas com outro intuito, se não o de levar informação de melhor qualidade aos leitores e espectadores. Afinal, ainda que seja algo mais no clima da “brincadeira”, muita gente leva em consideração a opinião da Aline. Assim sendo, precisamos manter uma certa preocupação com a forma como a informação chega ao público.

Com o tempo as visitas do blog cresceram, o canal aumentou suas visualizações e até mesmo parceiros comerciais entraram na jogada. Ao mesmo tempo, nosso evento, o Guadalupeças, cresceu e se tornou uma organização especializada na criação e promoção de eventos. Isso acompanhou também o espaço onde ele é realizado, que evoluiu e tornou-se o Encontro de Games: Guadalupeças, agora realizado em uma área mais do que especial do Shopping Jardim Guadalupe.

Mudanças requerem esforços. Definição de objetivos. E, para melhorar ainda mais o nível da informação que chega até você, foi preciso mudar mais. Uma nova evolução, um novo turno.

Ficou para trás o serviço grátis do Blogger para passar um tom mais profissional e o visual foi renovado. O canal no YouTube também ganhou melhorias e agora conta com mais equipamentos e pessoas ajudando. Às portas do Diversão Offline 2017, que é, atualmente, o maior evento do ramo de jogos de tabuleiro no Brasil, definimos a inauguração das novas ideias.

No centro de tudo isso, há o blog, o Turno Extra, a “casa”, onde tudo começou. É preciso valorizar o texto escrito, pois é também o berço da nossa língua. Por conta disso, não abandonamos e não abandonaremos o site. Pelo contrário, agora você terá mais conteúdo vindo daqui.

À convite da Aline, passo a integrar a “equipe criativa do blog”. Sou formado em jornalismo, tenho registro Mtb e conhecimento para agregar conteúdo de qualidade e agir como um editor para o site. As longas e detalhadas análises de Aline sobre jogos continuarão. Mas agora teremos mais: colunas, artigos, entrevistas e, principalmente, notícias.

Serão notícias em tempo real do mercado no Brasil e no mundo. Checaremos os detalhes, falaremos sobre o que (quase) ninguém fala e teremos exclusividades para os leitores e leitoras. Isto é: jornalismo. Sempre com o objetivo de ser isento e informativo.

O mais importante, claro, é que o protagonismo feminino continua no Turno Extra. Aline Costa ainda é a “cabeça” de toda a ideia e nada é feito sem sua permissão e envolvimento. A pedido da própria, inclusive, é que fiz este texto/manifesto, para dar as boas-vindas a todos os leitores e leitoras, novos e antigos.

Com isso, também desejamos ressaltar a importância das atuais parcerias, como a loja Game of Boards e agora a recém-chegada equipe da GameFM, um dos maiores sites de videogames do Rio de Janeiro, que passa a absorver conteúdo de boardgame criado pelo Turno Extra.

A partir de agora, um novo turno se inicia para o Turno Extra. O hobby cresceu e é preciso crescer com ele. Mas sem perder o objetivo verdadeiro de promover a diversão e levar os jogos de tabuleiro a novos públicos. Atualize sua lista de favoritos com o novo endereço e continue nos acompanhando!

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Battle Royal – Primeiro Campeonato Nacional de Battle Scenes Anunciado pela Copag

 Eu não sou muito fã de cardgames em geral, principalmente os que são no formato TCG. O blog é mais dominado pelos tabuleiros, mesmo quando escrevo sobre eles, são em sua maioria, jogos com outra pegada, como Boss Monster, Midgard e em breve vai ter Warzoo junto desse time. Joguei Battle Scenes quando foi lançado e parei pouco tempo depois, por ser altamente competitivo e  exigir bastante dedicação. Não é que eu não goste do jogo, assim como não tenho nada contra Magic ou Pokémon. Mas para mim, eles só servem para uma jogatina descompromissada com os amigos.
Então, por que resolvi divulgar o campeonato? Achei a iniciativa bem bacana, tendo em vista o fato de ser um jogo criado no Brasil e que conquistou um bom público. Tem uma temática apelativa? É claro. Mas acredito que se não fosse bem estruturado não teria conquistado e mantido um público tão fiel, não passando de uma moda passageira que logo seria esquecida. Por isso, apesar de não ser jogadora  de Battle Scenes, ele tem todo o meu respeito e admiração. A Copag merece os parabéns pelo bom trabalho que vem realizando.

 O campeonato acontece no dia 21 de novembro, em São Paulo e espera reunir muitos fãs de Battle Scenes.

Os amantes de Marvel podem comemorar! A Copag – pioneira na fabricação e distribuição de card games no Brasil – anuncia o tão esperado “Battle Royal”, o maior torneio de um dos card games colecionáveis mais famosos do Brasil, Battle Scenes. A primeira edição do campeonato ocorre no dia 21 de novembro, às 8h30, no Hotel Estamplaza Internacional, na Chácara Santo Antônio, zona sul da capital paulista.

Para as inscrições, basta acessar a loja da Copag, www.copagloja.com.br, até o dia 16 de novembro, e pagar a taxa de R$ 35,00, que dá direito ao kit exclusivo do evento. As vagas são limitadas e os menores de idade devem levar uma autorização dos responsáveis. Serão premiados até o 16º colocado sendo que o primeiro lugar receberá uma réplica do Escudo Capitão América, em tamanho real, no valor aproximado de R$ 4 mil; um troféu de Campeão do Battle Royal 2015; 3 Booster Box de Battle Scenes – Ofensiva Surpresa e 1 HQ Deluxe da Marvel.

Battle Royal é um termo cunhado na Roma antiga e se refere às batalhas que envolvem três ou mais competidores, até que apenas um se mantenha de pé. De lá pra cá, o termo passou a ser utilizado em diversos contextos, e hoje chega ao Battle Scenes com a expectativa de trazer ao jogo o mais alto nível de disputa entre os participantes.

“Promover esse torneio já era uma de nossas metas para 2015. Sabemos dos inúmeros fãs do card game e queremos promover o entretenimento entre eles para pulverizar, ainda mais, o sucesso do Battle Scenes no Brasil. Esse é um produto totalmente produzido, desenvolvido e distribuído pela Copag. Sentimos muito orgulho do resultado de adeptos em todo o país, ainda mais por ser um produto totalmente nacional. Estamos confiantes que o campeonato será um sucesso”, afirma Mariana Dall’Acqua Lopes, diretora de Marketing da Copag.


Serviço:
Local: Hotel Estanplaza International – Rua Fernandes Moreira, 1293, Sala Belém – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP
Organização: Copag
Data: 21/11/2015
Horário: 8h30
Idade: a partir de 12 anos
Inscrições: www.copagloja.com.br R$ 35,00 – até 16/11

Premiação:
1º lugar:
– 1 réplica do Escudo Capitão América em tamanho real no valor aproximado de R$ 4.000,00
– 1 Troféu de Campeão do Battle Royal 2015
– 3 Booster Box de Battle Scenes – Ofensiva Surpresa
– 1 HQ Deluxe da Marvel
2º lugar:
– 1 PS Vita com o jogo Marvel vs. Capcom 3
– 1 Troféu de Finalista do Battle Royal 2015
– 2 Booster Box de Battle Scenes – Ofensiva Surpresa
– 1 HQ Deluxe da Marvel
3º e 4º lugar:
– 1 Action Figure do Deadpool Marvel Select
– 1 Troféu de Semifinalista do Battle Royal 2015
– 1 Booster Box de Battle Scenes – Ofensiva Surpresa
– 1 HQ Deluxe da Marvel
5º a 8º lugar:
– 18 Boosters de Battle Scenes – Ofensiva Surpresa
– 1 HQ Deluxe da Marvel
9º a 16º lugar:
– 18 Boosters de Battle Scenes – Ofensiva Surpresa

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Liberado PNP do Bifrost + Entrevista com Cussa Mitre

Neste último final de semana foi liberado o PNP do Bifrost, um rápido e divertido party game com temática de mitologia nórdica, que está com uma qualidade incrível. No primeiro momento, ele foi disponibilizado apenas para os apoiadores, mas logo estará disponível para todos. O jogo esteve em financiamento coletivo através do Catarse no final do ano passado, mas infelizmente não conseguiu bater a meta. Porém, fazendo valer o tema, foi apenas uma batalha perdida. Quem disse que seria fácil chegar ao Valhalla? Brincadeiras à parte, confira abaixo uma pequena entrevista que fizemos com Cussa Mitre, o criador do jogo.

TE: Qual a avaliação (motivos) que você faz do “fracasso” do financiamento coletivo do Bifrost, mesmo o jogo tendo sido bem divulgado e recebido pelo público em geral?

CM:  Houveram vários problemas durante o financiamento. Talvez o que mais prejudicou a gente foi o fato de que o Catarse divulgou no dia 31 de outubro uma informação de que as recompensas acima de R$ 100 poderiam ser parceladas a partir do dia 10. Fizemos uma ampla divulgação de que algumas recompensas do jogo poderiam ser parceladas e isso gerou uma grande comoção junto às pessoas. Porém, na data, várias pessoas entraram em contato conosco falando que não havia a opção de parcelamento. Fomos conversar com o Catarse e vimos que eles haviam mudado o texto do post, e que esta mudança alterava totalmente o sentido da informação. Neste ponto, muitas pessoas deixaram de confiar na plataforma (e algumas até na gente) e decidiram não mais apoiar o projeto. Infelizmente, eles só reconheceram o erro e permitiram o parcelamento do Bifrost faltando 5 dias para o final. Neste ponto, muitos já haviam apoiado com valores mais baixos e não quiseram fazer um novo apoio e pedir o estorno do anterior.
Além disso, faltando aproximadamente uma semana para o final do financiamento, um casal de amigos entrou em contato comigo informando que não estavam conseguindo apoiar o projeto e estavam desconfiados que era algum tipo de problema do Catarse. Qual não foi minha surpresa quando cheguei lá e vi que realmente o site estava com erro e nem mesmo eu, que trabalho com desenvolvimento de sistemas, consegui finalizar o apoio. E mesmo tendo informado a eles, houve uma postura do tipo “pode ter sido erro do navegador, da internet…”.

Ainda houve o fato de uma grande quantidade de financiamentos coletivos terem entrado no ar ao mesmo tempo. Para efeitos de comparação, em uma semana, a gente conseguiu arrecadar 20% da meta do projeto e depois ficamos 53 dias para conseguir mais 35%. Ainda conversamos sobre isso com o Catarse, mas eles acham que ter vários projetos ao mesmo tempo é bom.

Acreditamos também que parte se deve ao fato da gente não ter feito uma divulgação tão grande do projeto antes dele entrar em financiamento. Queríamos mostrar um trabalho bom e quando chegamos nesse nível, o projeto já estava relativamente pronto. Então, resolvemos seguir em frente. Uma falha nossa.

TE: Você sempre teve um plano B para o projeto ou ele foi sendo desenvolvido a medida que foi ficando claro que o financiamento não ia rolar? 

CM: A gente sempre acreditou na possibilidade do projeto virar. Passamos o última dia grudados no computador, e apenas na hora final vimos que seria muito improvável atingir a meta (só se o Tio Patinhas resolvesse investir no projeto :p). Dois dias depois, nós reunimos a equipe para discutir o que faríamos. 

De certa forma, olhando hoje com calma, vemos que o não financiamento possibilitou o projeto evoluir e isso foi muito bom. Com a mudança para iconografia, que foi inclusive uma ideia de um jogador, a gente tem milhões de possibilidades, sem falar na facilidade para outras línguas: temos que traduzir apenas o manual.

Então, o plano B está sendo desenvolvido apenas agora. Estamos mais atento ao feedback da galera, principalmente com a liberação do PNP, onde o pessoal vai poder ver o jogo funcionando na mesa e dar as suas ideias.

TE: Você não acha que um PNP do jogo pode atrapalhar uma nova tentativa futura de financiamento?
CM: A gente pensou muito nisso. Em um dos últimos gameplays, que foi na Funbox, um dos participantes falou uma coisa que nos fez pensar muito: “Ver o vídeo do jogo é uma coisa, mas jogar ele é uma experiência totalmente diferente. Pelo vídeo, você não tem como ter o feeling do jogo”. E realmente! O Bifrost sofre da máxima do party game: se você ler o manual, ele irá parecer chato!
Então, resolvemos liberar o PNP, mas com alguns “ajustes”: ele não está “completo”. Completo no sentido de que só vai para 5 jogadores (ele não possui todos os Deuses), não possui todos os artefatos e nenhuma carta especial. Ele serve justamente para você imprimir e sentir o feeling do jogo na sua mesa.

Como não está completo, acreditamos que não irá nos atrapalhar, mas muito pelo contrário: irá nos ajudar a conquistar mais pessoas para apoiar o projeto.

TE: Já existe alguma previsão para um novo financiamento? Quais são os próximos passos?

CM: Sim. Ele será relançado no segundo trimestre de 2015, por outra plataforma de financiamento coletivo. Neste momento, a gente está esperando o feedback das pessoas em relação as mudanças realizadas, como a questão da iconografia, os novos efeitos únicos para runas e a arte temporária.

Iremos liberar em breve esse PNP para todos. Depois entraremos no processo de pedir novos orçamentos, até devido as mudanças que fizemos. O esboço do projeto já está sendo montado.
TE: Alguma modificação significativa no projeto ou podemos esperar um novo financiamento nos mesmo moldes (metas estendidas e níveis de apoio)?

CM: Algumas coisas foram totalmente modificadas. Por exemplo: os artefatos Mjönlir e Svalinn seriam liberados por metas estendidas, enquanto o Tarnhelm, o Mímisbrunnr e a Gungnir foram liberadas em metas de Likes na nossa fanpage. Mas o jogo com elas fica tão interessante, assim como as cartas especiais, que decidimos colocar elas dentro do jogo. Logo, já teremos que mudar algumas metas estendidas.

Em relação aos níveis de apoio, a gente ainda está vendo a questão toda de custo. Como ainda não conseguimos refazer todos os orçamentos, iremos analisar ainda os valores dos apoios.

Uma coisa também que já podemos divulgar é que iremos ter festas de lançamentos do jogo em algumas cidades, como Rio de Janeiro, Juiz de Fora e São Paulo.
TE: O que você recomendaria para quem está começando seu projeto de financiamento coletivo agora?
CM: Primeiramente, divulgue. Sei que pode parecer estranho falar isso, mas se possível, libere um PNP. Muitas vezes um vídeo apenas não irá passar ao jogador a sensação de estar jogando. E é isso que faz ele apoiar o jogo. Procure canais, sites e blogs especializados, converse com jogadores experientes e o principal (e talvez mais difícil para qualquer pessoa): esteja aberto a ouvir críticas e opiniões contrárias às suas. Claro que haverão pessoas que, na verdade, irão falar apenas por não gostar de ver o sucesso de outras, mas saiba diferenciar isso e sempre evoluir. 

 Material do PNP do Bifrost devidamente impresso. Créditos: On Board.
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Cubo de Rubik

Hoje o Doodle do Google está homenageando os 40 anos de invenção do Cubo de Rubik, mais popularmente conhecido como Cubo Mágico. Acho que é praticamente impossível existir alguém que não conheça esse incrível puzzle 3D inventado pelo professor húngaro Ernő Rubik para ajudar em suas aulas de arquitetura. Durante os primeiros anos não obteve grande popularidade, alcançando o devido reconhecimento a partir da década de 80, quando se tornou um ícone da Cultura Pop.
Pode parecer um pouco estranho escrever sobre o Cubo de Rubik em um blog dedicado à jogos de mesa, pois é natural pensar nele mais como um daqueles brinquedos de desafio. Mas a mecânica dele é extremamente fascinante, acho que não existe nada tão simples e ao mesmo tempo tão complexo. Apesar de atribuir grande importância à temática e designer dos jogos, nada substitui uma boa mecânica. É a base que serve de alicerce para todo o resto. 
Acho que é por isso que gosto de jogos de mesa, você vê as engrenagens em funcionamento de uma maneira mais transparente. É lindo quando as regras se encaixam todas perfeitamente e quanto mais abstrato o jogo, melhor isso pode ser observado. Não é por acaso que o Cubo de Rubik recebeu um Spiel des Jahres especial. Esse prêmio é uma espécie de Oscar dos jogos de mesa.
O próprio inventor levou um mês para conseguir resolver o Cubo. O número total de combinações possíveis é 43 252 003 274 489 856 000, se alguém realizasse todas as combinações em uma velocidade de um movimento por segundo levaria 1400 trilhões de ano para terminar, isso é mais do que a própria idade do nosso planeta. 
Diversos pesquisadores se dedicam ao estudo da resolução com a menor quantidade de movimentos possíveis, o que é chamado Algoritmo de Deus, até o momento esse número é 20. Existem diversas aplicações práticas, uma delas seria Criptografia de Dados. Então, vamos parar com esse papo de que a resposta para vida, o universo e tudo mais é 42, ok?
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Gravação do primeiro vídeo do blog

Ontem fizemos uma pequena viagem para gravar o primeiro vídeo do blog. Meus agradecimentos eternos à Taís Carvalho, publicitária profissional, que cedeu o espaço, equipamento e trabalho. Eu achava que organizar ideias de forma escrita fosse difícil, mas nem se compara a fazê-lo em frente a uma câmera. Também começamos com um jogo complexo – Guerra do Anel. Ainda bem que pude contar com a presença ao meu lado de um outro profissional, o jornalista Felipe Vinha (meu noivo ^^), que além disso é o organizador do Guadalupeças. Ele é quem mais fala durante o vídeo, espero conseguir me soltar mais nos próximos. Pois, desejo que esse seja apenas o primeiro de muitos outros.
O blog tem pouco mais de um mês existência e nesse período temos tido um retorno muito bom, melhor do que eu imaginava. Eu comecei esse projeto como uma forma de exercitar minha escrita, então achei que seria legal utilizar um assunto do qual gosto. O texto que escrevi sobre Guerra do Anel foi o que teve mais acessos e acabou gerando uma demanda por um vídeo. É um jogo difícil de explicar só através de texto, como eu mesma já tinha colocado na ocasião. Assim sendo, ao percebermos a ausência de vídeos em português resolvemos nos lançar ao desafio. 
Nesse momento, o vídeo está em processo de edição. Se jogar uma partida já é demorado, imagina jogar explicando o que se está fazendo. Ainda mais com diversas pausas para carregar a bateria da câmera, liberar espaço no cartão da máquina, repetir partes que não ficaram claras e descansar um pouco também, principalmente nossa “camera girl”. Acredito que estará pronto para publicação segunda ou terça. Espero que vocês gostem e que sirva de ajuda para quem quer, mas ainda não conseguiu se jogar de cabeça nessa grande aventura na Terra-Média.
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