Análise: Flamme Rouge, da Conclave Editora

Eu não tenho nenhum grande conhecimento ou até mesmo interesse por ciclismo. Na verdade, eu nem sei andar de bicicleta. Nunca consegui aprender devido a experiências traumáticas em tentativas frustradas na infância. Se me falarem em Tour de France, mais rápido vou me lembrar do álbum do Kraftwerk (banda alemã de música eletrônica) do que da tal famosa prova de ciclismo de estrada. No entanto, mesmo com toda a minha falta de familiaridade com o tema, achei Flamme Rouge um dos lançamentos recentes mais interessantes da Conclave Editora no Brasil.

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Análise: Dropmix, da Harmonix

A utilização de elementos digitais em boardgames não é exatamente uma novidade, apesar de sua aplicação ainda se dar de uma maneira bastante restrita, temos alguns exemplos amplamente conhecidos, tais como XCOM e Mansion Of Madness: Segunda Edição, lançados aqui no Brasil pela Galápagos Jogos. Tal integração permite ampliar a experiência oferecida aos jogadores, abrindo toda uma nova gama de possibilidades antes impensáveis.

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