Análise: Flamme Rouge, da Conclave Editora

Eu não tenho nenhum grande conhecimento ou até mesmo interesse por ciclismo. Na verdade, eu nem sei andar de bicicleta. Nunca consegui aprender devido a experiências traumáticas em tentativas frustradas na infância. Se me falarem em Tour de France, mais rápido vou me lembrar do álbum do Kraftwerk (banda alemã de música eletrônica) do que da tal famosa prova de ciclismo de estrada. No entanto, mesmo com toda a minha falta de familiaridade com o tema, achei Flamme Rouge um dos lançamentos recentes mais interessantes da Conclave Editora no Brasil.

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