Saiba como foi o Guadalupeças do mês de Outubro

Em 15 de outubro aconteceu mais uma edição do nosso querido Guadalupeças. Por ser no final de semana de um feriado prolongado e um dia de chuva aqui no Rio de Janeiro tivemos um público um pouco menor do que o habitual. Também houve uma mudança de local, continuamos no primeiro piso do Shopping Jardim Guadalupe, mas estamos agora no extremo oposto do local anterior. Espero que ninguém tenha ficado perdido. Antes ficamos ao lado do Rei do Mate e agora estamos em frente ao Amigão. Mais uma vez só temos a agradecer ao Shopping, por acreditar na nossa proposta e preparar esse novo espaço para nos receber.

Outubro é o mês de prevenção ao câncer de mama e nós resolvemos tentar contribuir para isso de alguma forma. A Game Maker que estava presente no evento fez para nós alguns meeples no formato do laço rosa, símbolo internacional da campanha, que foram distribuídos para as mulheres que estiveram presentes no evento. É uma doença terrível, cuja descoberta cedo é fundamental para o sucesso do tratamento. Eu já vivi essa realidade na minha família e sei o quanto de sofrimento ela provoca.  Acesse o site do Inca e para saber mais informações.

Nossa humilde contribuição para uma causa tão importante.
Quer publicar um jogo ou produzir um protótipo? Procure a Game Maker.

Além do pessoal da Game Maker, tivemos também a presença dos game designers Romulo Marques e Rodrigo Rego, ambos membros do coletivo Mansão das Peças. O Romulo Marques está em plena campanha de financiamento coletivo do excelente jogo de destreza Die die DIE, tem texto sobre a versão protótipo dele aqui no blog e vídeo explicativo de regras com o próprio Romulo no nosso canal. A versão final do jogo mudou bem pouco em termos de regras. O lançamento é uma parceria entre a Ace Studios e a Redbox Editora.

Conferindo a versão final do Die die DIE.
A arte é do Lucas Ribeiro, responsável pelo Space Cantina. Ficou bem bonito.

O Rodrigo Rego estava no evento apresentando o Papertown, jogo que em breve deve estar chegando ao mercado também pela Redbox Editora. Além disso, ele também trouxe Copacabana e Break & Breakfast (antigo Su Casa, Mi Casa), que vai sair lá fora pela Braincrack Games. Todos os três jogos possuem em comum a mecânica de colocação de tiles. Eu gosto muito do Copacabana por conta da temática bem brasileira, mas acabei jogando mesmo o Papertown e o Dead & Breakfast.

Rodrigo apresentando Copacabana.

O Papertown eu já havia jogado na época em que ainda era Micropolis, ele é bem frita cérebro por conta da questão do reconhecimento de padrões. É um jogo com uma pegada bem agressiva, no qual os jogadores precisam estar muito atentos para trancar seus oponentes. É um jogo que não permite distração e pune bastante os erros. Eu joguei no modo de duplas e pude perceber um problema de “alpha player”, por isso a sugestão da mesa foi limitação de comunicação entre os jogadores. Eu prefiro o modo cada um por si mesmo. Dos jogos do Rodrigo, o Papertown é o que menos me atrai. O tema é bastante seco, eu não sou muito boa com visão espacial e jogos muito competitivos me geram certa frustração.

Depois joguei Dead & Breakfast, um dos poucos títulos do Rodrigo que eu ainda não tinha jogado. Esse eu gostei mais porque cada jogador vai fazendo o seu independente dos demais. Claro que sempre se pode tentar bloquear o coleguinha pegando um tile que seria muito para ele, mas é uma interação mais indireta, ninguém bloqueia ninguém. Cada jogador irá montar um hotel 5X5. Os tiles são 2X2 e podem ser vertical ou horizontal. A cada andar completado, os jogadores pegam um hóspede que dará pontos de acordo com a sua exigência. Além dessa pontuação, existe também uma por flores ligadas a portaria através de uma trepadeira que cobre as paredes. Eu achei isso bastante criativo e é a parte frita cérebro do jogo porque é bem difícil manter a conexão. A pessoa que venceu a partida o fez por conta da pontuação das flores. Por último, ainda tem um objetivo geral variável. O esquema para pegar os tiles também é bacana, é um rondel no qual os jogadores podem andar de 1-3. Foi bem pensado para adicionar uma limitação ao jogador e uma possibilidade interação.

Meu hotel mal-assombrado.

Além da mecânica em si que me agradou pelos motivos que expus acima, o Dead & Breakfast me ganhou por conta do tema. Eu gosto bastante de temática de Terror/Horror e sinto falta de mais jogos. Sinto o tema muito limitado a Zumbis e Cthulhu. Sinto falta de outras abordagens, acho que por isso gostei tanto de Por Favor, Não Corte Minha Cabeça, outro jogo nacional bem divertido que em breve vai ter vídeo e texto por aqui. Gostaria de ver o tema de forma mais recorrente, variada e melhor explorada, mesmo os tão recorrentes Zumbis e Cthulhu, jogos que sejam menos caça-níquel e mais realmente tentar trazer para a mesa uma experiência assustadora e com boas referências.

Além disso, eu ainda joguei o maravilhoso Dr. Eureka, sucessor espiritual do Potion Explosion, só que muito mais simples, rápido e divertido. Pode parecer meio absurdo comparar os dois já que são propostas bem diferentes, única semelhança talvez seja o uso de bolinhas coloridas. Mas comparo porque atende o mesmo grupo de jogos casuais, só que consegue ser ainda mais amplo. Crianças menores que poderiam ter dificuldade com Potion Explosion podem jogar Dr. Eureka tranquilamente. No outro extremo, acho que é um jogo que pode divertir até mesmo “heavy gamers” que não gastariam seu tempo em uma partida de Party/Family de mais de uma hora, mas não se importariam em gastar 15 minutos colocando sua destreza e agilidade a prova. É realmente um jogo para unir a todos.

Dr. Eureka foi certamente o jogo mais jogado desta edição do Guadalupeças.

Dr. Eureka é extremamente simples. Cada jogador terá três tubos com duas bolinhas em cada um deles, a cada rodada uma carta será aberta no centro da mesa e ganha quem conseguir colocar as bolinhas na disposição mostrada na carta. O jogo acaba quando um jogador consegue conquistar a quinta carta. Dr. Eureka é um lançamento da Mandala Jogos e pode ser encontrado na Game Of Boards por R$120.

Um desafio de agilidade e destreza.

Para completar, o dia eu ainda joguei o maravilhoso Modern Art. Quanto mais eu jogo mais eu gosto dele, só está crescendo no meu conceito a cada partida. Ele é um jogo de leilões, o grande lance está em saber quando e como utilizar cada um dos tipos de leilões diferentes oferecidos pelo jogo. Ele tem a duração de quatro rodadas, ao termino de cada uma delas é verificado os três artistas mais populares que serão valorizados e cada jogador que tiver obras deles recebe o valor estipulado. Então, faz parte do jogo escolhas como tentar valorizar um artista em baixa ou lutar para conquistar as obras de artistas já populares. Eu não esperava que fosse gostar tanto do jogo, a edição lançada no Brasil pela Galápagos Jogos é a mais recente lançada pela CMON e eu achei bem bonita, mais do que a tão falada e cultuada edição da Odysseia Jogos. Modern Art pode ser comprado na Game Of Boards por R$130.

Modern Art é realmente uma obra de arte do boardgame moderno criada ´pelo mestre Knizia.

Confira mais algumas fotos de outros jogos que rolaram durante o evento:

Tiny Epic Quest.
China.
Pergamon.

Gostaria de agradecer a todos pela presença, espero que tenham se divertido tanto quanto a gente e que possamos nos reencontrar no próximo mês para mais uma tarde de muita jogatina. Nosso muito obrigado ao Shopping Jardim Guadalupe que abraçou o evento, a Game Maker que gentilmente confeccionou o meeples do laço rosa e aos game designers Romulo Marques e Rodrigo Rego que abrilhantaram o evento com seus jogos incríveis. Nos siga nas redes sociais para saber as novidades sobre o Guadalupeças, posso adiantar que mês que vem teremos dois títulos incríveis para fãs de quadrinhos (orientais e ocidentais). Convide seus amigos e venha jogar com a gente.

Foto com Rodrigo e Romulo, dois talentosos game designers que estão sempre nos dando o prazer da visita.
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Conheça o trabalho de Sanderson Virgolino, game designer de Cangaço

Sanderson Virgolino é um game designer do Rio de Janeiro que merece sua atenção. Ele está prestes a lançar Cangaço, jogo que sai pela Redbox, que também ganhou o concurso de protótipos da Game of Boards. Além dele, Sanderson tem outros games em desenvolvimento, incluindo alguns que foram disponibilizados pela Game Maker, como Bushido e Era dos Piratas. Conheça um pouco mais do seu trabalho e saiba o que ele achou do Diversão Offline 2017. Assista, a seguir:

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Como foi o 38º Guadalupeças

Excepcionalmente em agosto, o Guadalupeças ocorreu no quarto domingo, em virtude do Diversão Offline. Por esse motivo, esperávamos uma edição mais vazia do que o habitual. E realmente, sentimos a ausência de várias pessoas que costumam estar mensalmente com a gente. Porém, apesar disso, tivemos um bom público. Várias pessoas que conheceram o evento por serem frequentadoras do shopping marcaram presença. Algumas já nos seguem nas redes sociais e viram o aviso sobre a mudança de data.

Bom público, apesar da alteração excepcional de data

Nesta edição do evento praticamente só levamos os jogos adquiridos e recebidos mais recentemente. Os títulos gentilmente doados pela Grow ao nosso acervo fizeram bastante sucesso, como já era esperado, tendo em vista que temos um crescente número de participantes que estão conhecendo agora os jogos modernos, além de pais com crianças e famílias em geral.

Galera se divertindo com Pictopia Disney.

Outro título que fez bastante sucesso foi Attack On Titan: The Last Stand. O jogo tem agradado bastante em todas as mesas pelas quais têm passado. É um cooperativo com overlord bem simples, porém com um detalhe de assimetria interessante. O jogador que controla o titã utiliza a mecânica de hand management, enquanto os demais que assumem o papel dos personagens do anime que lutam contra sua ameaça utilizam as mecânicas de dice rolling e press your luck. As partidas são bem rápidas. Sinto que vai ser muito jogado pelos próximos meses.

Potencial para se tornar um dos jogos mais jogados do evento nos próximos meses.

O Guadalupeças é um evento que não apenas acolhe os jogos nacionais, sejam eles protótipos ou já lançados, como também incentiva para eles sejam jogados. Portanto, tivemos mais uma edição em que a grande maioria de tudo o que foi jogado era de autores brasileiros. Legal é que cada vez mais isso vem acontecendo naturalmente. Contamos com a presença de 3 mesas de protótipo: Ira das Lendas, Sereias e Grasse. Todos são muito bem-vindos a apresentar livremente seus jogos no evento, só pedimos se possível para sermos avisados antes, por questões de logística e até para realizar a divulgação.

Ira das Lendas.
Sereias.
Grasse.

Além disso, tivemos também mesas de Bushido e Unfairy, dois dos jogos recém-lançados pelo sistema de print on demand da Game Maker, que estavam a venda no Diversão Offline. Tivemos mesas de Piratas e Por Favor! Não Corte Minha Cabeça, ambos da editora Geek N Orcs. Tendo o último o atrativo adicional da bela arte de Vitor Caffagi, mais conhecido por seu trabalho em MSP Turma da Mônica.

Bushido.
Por Favor! Não Cortem Minha Cabeça.

Confira mais alguns jogos que rolaram na edição de agosto do Guadalupeças:

Bohnanza – Papergames
Dwar7s Outono – Mandala Jogos.
Anime Saga – Arcano Games.

Obrigada a todos que estiveram presente a mais uma edição do Guadalupeças, espero poder rever a todos na edição de setembro, que volta a ser realizada terceiro domingo do mês. Nos acompanhe em nossas redes sociais para ficar sabendo antecipadamente o que esperar do evento, seja novos títulos disponíveis no catálogo ou protótipos que participarão. Se você gostaria de playtestar seu jogo com a gente entre em contato para divulgarmos com antecedência. Todos os jogos disponíveis no Guadalupeças, e que foram lançados no Brasil, você pode adquirir na Game Of Boards, a casa do jogador de boardgame no RJ.

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Principais destaques do Diversão Offline 2017

Nos dias 19 e 20 de agosto, a atenção dos fãs de jogos analógicos de todo país estava voltada para o Rio de Janeiro, mais especificamente para o Centro de Convenções SulAmérica, local que recebeu a terceira edição do Diversão Offline, a primeira a contar com dois dias de duração. Tendo se estabelecido como o maior evento do Brasil voltado ao nosso hobby, o Diversão Offline contou com um público de cerca de 3 mil pessoas circulando pelos 27 estandes disponíveis no evento, segundo informações da organização. Além dos estandes, o público pode desfrutar ainda de uma grande área de protótipos, sala de cardgame e sala de palestras. A oferta de opções dentro da programação foi extensa e diversificada para agradar aos gostos mais variados.

ÁREA DE PROTÓTIPOS

A melhor e mais bem organizada de todas as edições já realizadas do Diversão Offline. Foi um dos pontos que mais evoluiu e merece amplos elogios, com certeza um dos maiores acertos da organização do evento. A parceria com o Catarse proporcionou um nível de profissionalismo até então inédito ao espaço.

Pela primeira vez, houve uma competição entre os jogos participantes da área de protótipos, com premiação pelo próprio Catarse de R$1000,00 iniciais na campanha de financiamento coletivo que seja realizada através da plataforma e R$500 de crédito na Game Maker para confecção de um protótipo bacana para ajudar no processo de divulgação. O vencedor foi escolhido através de votação popular.

O grande vencedor foi Sobrevivência na Amazônia.

A área de protótipo ficou localizada bem na entrada do evento, sendo uma das primeiras coisas que o público via logo ao entrar no Diversão Offline. O espaço ficou bastante movimentado durante os dois dias de evento. No flyer entregue a todos na entrada havia uma lista dos jogos disponíveis na área de protótipos com uma breve descrição, informação que também estava acessível através do site do evento. Eu achei isso muito positivo, pois já ajudava de uma maneira simples a despertar um interesse inicial.

Algo que me chamou atenção nesta edição do Diversão Offline foi a participação de game designers de outros estados, o que promoveu uma espécie de vitrine do que está sendo desenvolvido pelo Brasil. É difícil para novos game designers circularem seus protótipos fora de seus estados de origem, então o conhecimento do que está sendo produzido acaba ficando muito restrito localmente. O máximo de informação que conseguimos acaba sendo através de fotos e publicações na internet. Alguns utilizam ferramentas como tabletopia ou tabletop simulator para promover o acesso a jogadores distantes, porém a experiência digital não se compara a poder ter a experiência do jogo fisicamente na mesa.

Éderson Ayres veio de RS apresentar o Teseu.
Tabuleiro em MDF chamou atenção e despertou bastante interesse.

Espero que a cada nova edição do Diversão Offline a área de protótipo continue a melhorar cada vez mais, atraindo a participação de novos game designers de todo Brasil para que haja troca de conhecimento e experiência, diversificação de público de playteste e contato com editoras e demais profissionais da área, ampliando assim significativamente os horizontes. É um ganho para todos os envolvidos. Talvez vejamos nos próximos anos um fluxo estabelecido de jogos que passaram pela área de protótipo do Diversão Offline sendo lançados pelas editoras.

Sereias foi outro protótipo muito bem comentado.

EDITORAS

A disposição dos estandes das editoras ficou bem próxima daquela que já havia sido utilizada na edição passada do evento, o que mudou foi o aumento na quantidade de participantes, praticamente todas as editoras vieram ao Diversão Offline deste ano. Apenas a Devir (como sempre) e a Papergames ficaram de fora. Entre as que vieram pela primeira vez ao evento, acho que vale destacar a presença da Grow e da Mitra. Apesar de muito diferentes, as duas editoras possuem bastante história e contribuem para diversificar o mercado.

A Grow é alvo de constantes reclamações em razão de sua suposta falta de atenção aos jogos modernos, só tendo se voltado mais recentemente ao segmento, tentando se recuperar do atraso trazendo títulos de prestígio como Puerto Rico, Istambul e Castle Of Burgundy. Não cito aqui Catan por ver seu lançamento como parte de um momento anterior, um primeiro passo ainda tímido.

O investimento da Grow em jogos modernos tem se concentrado em títulos consagrados.

Muito se critica a Grow por ainda investir no lançamento das mais diversas variações de War, porém como foi explicado por Valdney Rocha, gerente de promoções e eventos da empresa, é um produto que possui uma enorme demanda por parte do público. Com foco no jogador casual, a escolha de títulos sempre leva em consideração a recepção desse público. Porém, apesar de mais lento do que o desejado, é visível que a Grow tem feito um esforço para atender a demanda por uma atualização e diversificação de seu catálogo, porém sem abandonar a sua base de consumidores casuais. Não é um processo fácil de conciliação.

Confira a entrevista com a Grow no nosso canal no Youtube.

Já o caso da Mitra é interessante por ser uma editora com foco mais pedagógico, por isso a base de seu catálogo consiste em jogos clássicos milenares. Considero que o conhecimento de tais jogos é fundamental para todos que gostam de jogos de tabuleiro, pois é onde encontramos a origem do que temos nos tão amados jogos modernos. Na Enciclopédia de Jogos, a principal linha da editora, encontramos os jogos mais relevantes dos mais diferentes países ao longo da história. Uma verdadeira aula.

Os jogos clássicos estavam muito bem representados pela Mitra.

O processo de confecção dos jogos é bastante artesanal, eles são produzidos todos em MDF. Isso gera um gargalo que impede realização de produção em grande escala. Porém, devido ao seu público-alvo ser restrito não resulta em um problema significativo. Apesar de que eu realmente gostaria de encontrar os jogos da Mitra mais facilmente. Parte da questão foi resolvida com recente lançamento da loja online, mas eu gosto mesmo é de comprar jogos em loja física.

Todos os jogos da Mitra possuem um belo trabalho artesanal em MDF.

O estande da Mitra ficou muito bacana, eles trouxeram a linha de jogos gigantes, o que serviu para chamar a atenção do público e atraí-los ao estande para conhecer outros títulos. O jogo mais comentado e jogado do Diversão Offline foi o Jenga gigante, a cada queda era uma enorme comoção ouvida por todos os presentes no Mezanino. O estande ficou bastante movimentado durante os dois dias de evento. A grande procura do público surpreendeu os donos da editora que não esperavam despertar tamanho interesse entre fãs de jogos modernos.

Tensão a cada retirada de peça. Sempre tinha gente parada assistindo com expectativa.

Outra editora estreante no Diversão Offline e que se destacou bastante foi a Game Maker. Na edição passada do evento, eles ainda nem existiam. Enxergando uma lacuna no mercado, eles surgiram, como uma startup dentro de uma grande gráfica, com a proposta de solução rápida, fácil e de qualidade para confecção de Protótipos e PNP, rapidamente se tornando uma referência no segmento e estabelecendo um padrão. Tamanho sucesso levou a Game Maker a se lançar no serviço de Print On Demand, que foi o grande destaque de seu estande.

A Game Maker disponibilizou em seu estande os jogos produzidos através do novo serviço. sendo ensinados pelos seus próprios game designers, para serem jogados pelo público. Todos os jogos estavam a venda no estande, então os jogadores tinham a possibilidade de conhecer o jogo e já levar uma cópia dele autografada para casa.

Guilherme Marques, autor do Unfairy, apresentado seu jogo.

Como se isso já não fosse suficiente para levar a Game Maker a ganhar o merecido destaque, todos os jogos estavam em mesas da LudoTable, que produz mesas especialmente pensadas para atender as especificidades dos jogadores de jogos analógicos. A empresa que também é nova no mercado surgiu igualmente para atender uma demanda.

Mesas pensadas para tornar as jogatinas mais confortáveis.

Game Maker e LudoTable são uma mostra do quanto o nosso mercado está aquecido e acelerado, duas empresas que surgiram e tem crescido movidas pelas necessidades demonstrada pelo público, oferecendo soluções que são complementares a atividade principal que é a publicação de jogos.

O jogos nacionais tiveram um amplo destaque nesta edição do Diversão Offline, outra editora que também organizou uma agenda para oferecer a possibilidade de conhecer jogos diretamente com o game designer foi a Redbox Editora. Eles disponibilizaram a programação em um grande adesivo colado na lateral do estande. A editora carioca tem aumentado consideravelmente seu investimento no lançamento de jogos de autores brasileiros.

Leandro Pires apresentando Tsukiji, próximo na lista de lançamentos nacionais da Redbox Editora.

Outro estande que era parada obrigatória para os apreciadores do game designer nacional foi o estande da Ace Studios, onde era possível conhecer vários futuros lançamentos da editora. O espaço foi divido com a Ludeka que abriu espaço para os autores do Grasse, um Euro bem bacana sobre criação e comercialização de perfumes com mecânicas de work placement e mancala. No estande da Legion logo ao lado ainda era possível encontrar o pessoal da Potato Cat para jogar Cartas a Vapor e Café Express.

Wu Xing, novo jogo de Romulo Marques.
Vanessa Hellen, uma das figuras femininas mais importantes do boardgame nacional, conhecendo o Grasse.
Sergio Halaban, o maior nome do game design nacional, conhecendo o Café Express.

Outra editora que se destacou nesta edição do Diversão Offline foi a Galápagos Jogos, que desta vez ocupou uma sala inteira do Mezanino, disponibilizando seus próximos lançamentos para o público poder conhecer em primeira mão. Foi uma participação que enfim fez jus ao porte da empresa, já que a participação anterior tinha deixado bastante a desejar. Foram dois dias de revelações de novos títulos. Uma coisa legal que eles fizeram foi proibir a entrada de celulares na sala, todos tinham que ser deixados em sacos lacrados na entrada, pois a editora não queria que imagens dos lançamentos fossem publicadas antes dos anúncios oficiais. Porém, isso resultou também em jogadores muito mais atentos a explicação das regras dos jogos, facilitando assim bastante o trabalho da equipe de monitoria, segundo relatos do próprio pessoal que trabalhou lá.

Única foto possível com a Galápagos Jogos. O sempre simpático Gabriel Caropreso.

Esta foi a edição com o maior equilíbrio de atrações entre o Mezanino e o Térreo, a presença da Galápagos Jogos ajudou bastante para que isso ocorresse, já que todas as outras grandes editoras estavam agrupadas no Térreo. Já é padrão que os estandes principais fiquem na parte de baixo, deixando o piso superior para estandes de editoras e outras empresas pequenas, o que acaba levando a um menor circulação de público. Porém, nesta edição a presença da Galápagos Jogos aliado ao bom trabalho da Game Maker e da Mitra mantiveram um fluxo bastante satisfatório de pessoas.

ATRAÇÕES INTERNACIONAIS

Dois dias de evento nos possibilitou nesta edição do Diversão Offline também duas atrações internacionais: Robert Schwalb, autor do RPG Shadow Of The Demon Lord, lançado no Brasil pela Pensamento Coletivo, e François Rouzé, autor do boardgame Room-25, lançado no Brasil pela Conclave Editora. As edições anteriores contaram apenas com uma atração internacional, na primeira edição tivemos Christopher Boilinger, autor de Dungeon Twister Card Game, também lançado pela Conclave Editora, e no segundo ano tivemos John Wick, autor do RPG 7th Sea, lançado pela New Order Editora. Assim sendo, nas duas edições anteriores, apenas um grupo foi atendido. Agora foi diferente, com fãs de RPG e de boardgame sendo atendidos igualmente.

Apesar de não jogar RPG, fiz questão de bater uma foto com o Robert Schwalb. Foi um privilégio ter tido a oportunidade de trabalhar na revisão do Shadow Of The Demon Lord.

Espero que em edições futuras tenhamos cada vez mais atrações internacionais. Imagino que não deva ser fácil trazer autores estrangeiros para cá, sendo preciso um esforço conjunto da organização do evento e da editora responsável pela publicação do jogo no Brasil. Porém, é um diferencial significativo ao conceder ao público uma oportunidade única de conhecer pessoalmente grandes nomes do nosso segmento. O bacana é que o contato com eles em todas as edições têm sido bastante tranquilo, sendo possível encontrá-los pelos corredores, bater foto, trocar ideia e até mesmo jogar com eles.

Uma oportunidade única de jogar com o próprio François Rouzé.

ORGANIZAÇÃO DO EVENTO

A organização do Diversão Offline está mais uma vez de parabéns, sempre muito solícitos com todos que os procuravam, era bem fácil encontrá-los pelos corredores. A estrutura do evento funcionou perfeitamente, sendo o único problema registrado mais culpa do local que abrigou o evento do que da organização, que foi a questão da comida, que mais uma vez trouxe aborrecimento. Infelizmente, o Centro de Convenções SulAmérica insiste em dificultar ao máximo o acesso de empresas de fora que forneçam alimentação, para privilegiar os estabelecimentos já existentes no local. Todavia a falta de concorrência leva a um serviço caro e de má qualidade.

Foi anunciado que a próxima edição do Diversão Offline ocorrerá nos dias 10 e 11 de março em São Paulo, o que me gerou bastante preocupação, para dizer o mínimo, pois por mais que a organização insista em afirmar que a edição carioca do evento continuará ocorrendo normalmente no mês de agosto. Entretanto, esse é um filme que já vimos antes e é impossível evitar a sensação de deja vu em virtude do trauma causado pelo caso da Brasil Game Show. Sabemos que a edição paulista do evento será muito maior do que a nossa, pois lá tem muito mais público e uma facilidade bem maior de infraestrutura. Por mais triste que seja admitir, entendemos os desafios de fazer um evento de grande porte no Rio de Janeiro. Porém, esperamos que a organização do Diversão Offline não esqueça de nós e mantenha uma edição aqui conforme prometido.

CONCLUSÃO

Eu fui em todas as três edições do Diversão Offline, sempre fazendo a cobertura do evento para o Turno Extra. Talvez, por isso, acho que prestei mais atenção em detalhes que o público geral deixa passar mais batido. O evento evoluiu bastante, principalmente da primeira para segunda edição, vi esta terceira como um aprofundamento dessa evolução, um Diversão Offline mais profissional.

A área de protótipos ampliada e com o merecido destaque, foi um acerto muito grande a parceria com o Catarse. A ideia da promoção do concurso foi ótima, só acho que talvez em próximas edições seria interessante aliar um juri técnico a votação popular. Também acho que game designers com jogos já publicados não deveriam competir com os game designers novatos, uma solução poderia ser a divisão em duas categorias.

Organizadores: Alexandre, Allan e Fernanda

Ainda dentro da questão de protótipos e novos game designers, acho que o evento poderia investir em oficinas nos quais certas questões poderiam ser tratadas de maneira mais prática. Seria incrível algo em que as pessoas pudessem desenvolver seus jogos durante o evento com a mentoria de game designers experientes.

As palestras em geral são muito boas, mas acho que o evento deveria investir em diversificar, incluindo experiências mais praticas para o público. Uma oficina sobre criação de jogos seria interessante até mesmo para quem é apenas jogador. Poderia haver até a descoberta de talentos escondidos. Poderia haver opções livres, abertas a qualquer pessoa, e opções com pré-inscrição para questões mais especializadas.

O aumento na participação de editoras é muito positivo e o esforço de trazer uma experiência diferente para o público como a Galápagos Jogos fez, porque sentar jogar qualquer evento mensal já proporciona. Os estandes precisam oferecer algo único no evento, a possibilidade de jogar futuros lançamentos é um bom atrativo, mas há espaço para fazer mais ou fazer de uma maneira diferente.

Em feiras internacionais é muito comum vermos versões gigantes de jogos populares, a organização chegou a comentar que isso foi tentado para essa edição sem sucesso. É um tipo de atração que agrega um diferencial ao evento e atrai o público, principalmente o mais casual. Se ainda havia alguma dúvida quanto isso, o sucesso do Jenga gigante da Mitra fechou a questão. Talvez seja necessário uma parceria mais estreita com as editoras para viabilização.

Outra coisa comum nas grandes feiras internacionais são aquelas mesas gigantes de cenários, mais comumente Warhammer 40k. Seria muito legal algo nesse sentido no Diversão Offline e ainda poderia ser algo para unir tanto jogadores de boardgame quanto de RPG, pois ambos os grupos fazem utilização de cenários customizados em alguma medida. Talvez trazer alguém de Wargame. Poderia ter até alguma oficina relacionada ao assunto. Para ensinar aos interessados dicas de pinturas de miniaturas, por exemplo.

Essas foram apenas algumas ideias de coisas que poderiam ser feitas para dar ao público experiências novas e garantir cada vez mais o crescimento do evento. O Diversão Offline teve um bom desenvolvimento ao longo de suas três edições, porém é necessário estar atento para pensar sempre em novidades e não acabar estagnado, se sentido confortável com o sucesso alcançado.

Infelizmente, não foi possível comentar sobre tudo o que rolou no Diversão Offline 2017, portanto foquei apenas nos pontos que mais me chamaram atenção. Porém, conforme o prometido, o Turno Extra promoveu a maior cobertura realizada do evento. Acesse nosso canal no Youtube e assista nossos vídeos – são mais de 20. Muito conteúdo pensado para trazer o máximo de informação para todos que nos acompanham.

Então é isso. Acabou. Até o ano que vem! 🙂
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Entrevista: Game Maker no Diversão Offline 2017

Neste Diversão Offline 2017 falamos com muita gente interessante para o hobby e entre eles o pessoal da Game Maker, que agora é também uma editora. Durante o evento eles apresentaram novos jogos e mesas onde os próprios autores estavam participando. Confira a entrevista abaixo, gravada com Luciano Bastos, publicada em nosso canal no YouTube, logo abaixo:

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Tudo o que você precisa saber sobre o Diversão Offline 2017

O Diversão Offline chega a sua terceira edição tendo se firmado como o maior evento de jogos analógicos no Brasil. Um feito que até pouco tempo atrás muitos julgavam impossível, ainda mais aqui no RJ. Alcançando um sucesso que superou até mesmo as expectativas mais otimistas, teremos pela primeira vez uma edição de dois dias. Isso significa que tudo em dobro, inclusive a dificuldade para organizar aquela agenda básica de atividades para não ficar perdido e aproveitar o evento ao máximo. Mas não se preocupe que estamos aqui para te dar aquela força e indicar o que consideramos como os principais destaque da programação.

EDITORAS E LOJAS:

Ace Studios e Ludeka: No estande da editora carioca será possível jogar futuros lançamentos sendo apresentados pelos próprios game designers. Teremos Romulo Marques com Die die DIE e Wu Xing e Humberto Cotta com Creepers, ambos membros do coletivo carioca de game design Mansão das Peças.

Wu Xing é o mais recente trabalho de Romulo Marques, um dos autores de Gekido. Um curioso jogo com temática de alquimia chinesa.

O estande é divido com a Ludeka, conhecida por seus componentes para jogos, que estará abrigando o pessoal da Moby Studios que vem pela primeira vez ao RJ apresentar o Grasse. Uma parada obrigatória para todos os que gostam de apreciar bons jogos nacionais.

Grasse é um Euro sobre criação de perfumes.

Arcano Games e Meeple BR: A parceria entre as duas editoras vem trazendo em primeira mão para apresentar ao público o seu próximo lançamento. O Triora é um Euro com temática de bruxaria. Ainda temos poucas informações sobre ele, mas nossas expectativas são boas devido aos jogos que o Michael Alves já possui disponíveis no mercado.

Belíssima arte de capa do Triora.

Conclave Editora: A editora mineira vem para ser um dos grandes destaques do evento pela terceira edição seguida. Mais uma vez sendo a única editora a trazer um game designer internacional. François Rouze, autor de Room-25, distribuirá autógrafos e jogará com o público no estande da editora em ambos os dias, no horário de 13h às 15h. Além disso, haverá um painel com ele no domingo na Sala de Palestras a partir das 15h.

Conheça o autor de Room-25 no estande da Conclave Editora.

Domingo será um dia especial para a Conclave Editora na Sala de Palestras. Antes do Painel com o François Rouzé, teremos a palestra especial apresentada pelo Cristiano Cuty e Klebber Bertazzo sobre o que rolou na Gen Con 2017 que está marcada para as 14h30. Todas as novidades de uma das maiores feiras internacionais chegando quentinhas para os participantes da maior feira do Brasil.

Saiba tudo que rolou em um dos maiores eventos do hobby.

Para completar, vai rolar ainda uma mesa especial de Rock N Roll Manager, com a presença do game designer Leandro Pires, no sábado às 15h.

Rock N Roll Manager foi lançado oficialmente no Diversão Offline do ano passado.

Galápagos Jogos: A editora ocupará sozinha uma sala inteira localizada no Mezanino. Assim como na edição anterior, não haverá venda, apenas demonstração dos próximos lançamentos. Tem muita coisa boa para conferir no espaço deles, mas você só vai saber indo lá e conferindo já que os títulos dos jogos estão sendo guardados a sete chaves. Infelizmente, não podemos revelar nada com antecedência.

Galápagos Jogos cheia de segredos.

Game Maker: A empresa carioca que revolucionou a maneira de produzir protótipos e estabeleceu um novo padrão de qualidade no segmento, vem com novidade uma incrível novidade. Eles estão se lançando o serviço de Print On Demand, facilitando ainda mais a relação de game designers iniciantes e independentes com o público.

Era dos Piratas e Bushido, ambos do excelente game designer Sanderson Virgolino.

Confira a agenda do estande e aproveite a oportunidade de conhecer o jogo diretamente com o autor, se gostar já pode comprar a sua cópia e levá-la autografada para casa.

Sábado e Domingo

10h às 12h: Rasher com Alexander Francisco.

12h às 14h: Bushido e Era dos Piratas com Sanderson Virgolino.

Sábado

14h às 16h: Futcards com Frederico Nemetala.

16h às 18h: Unfairy com Guilherme Marques.

Domingo:

14h às 16h: Unfairy com Guilherme Marques.

Legion e Arca dos Jogos: As duas lojas de Niterói abrem as portas de seu estande compartilhado para os paulistas da Potato Cat. Durante os ambos os dias de evento será possível jogar e comprar o Cartas A Vapor com os autores. Além disso, eles estarão apresentando Café Express, seu novo jogo, que já está disponível em PNP no Studio Teia de Jogos e tem previsão de entrar em financiamento coletivo ainda este ano.

Conheça os jogos da Potato Cat.

Mandala Jogos: O estande da editora paulista vai contar com a presença de Warny Marçano que estará, no sábado de de 14h às 16h, apresentando a recém divulgada nova versão do Sapotagem da Ace Studios, agora batizada de Pot-de-Vin, e situado no mesmo universo do fenômeno Coup. O jogo está previsto para ser lançado simultaneamente com a ThunderGryph Games em novembro deste ano.

Saem os sapos e entram os nobres.

Já no domingo, quem visitar o estande da Mandala Jogos terá a oportunidade de trocar uma ideia com a lenda do game design nacional Sergio Halaban. Vai ser uma sessão de autógrafo que vai rolar de 13h às 14h. Marque esse horário na sua agenda. No sábado, a partir das 14h40, tem palestra com ele falando sobre a sua experiência, com certeza será uma verdadeira aula.

Quem essa pessoa ao lado do Sergio Halaban na imagem divulgada pela Mandala Jogos?

Mitra: Uma editora que faz um trabalho maravilhoso com jogos clássicos e que eu acho que mais pessoas precisam conhecer. Além de lançar títulos incríveis dos mais diversos lugares do mundo, uma verdadeira aula de sobre os primórdios dos boardgames, todos os jogos são produzidos com um material muito bonito e de alta qualidade. A Mitra também é uma opção sensacional para quem tem filhos, pois eles têm bastante jogos para crianças, inclusive com uma linha de jogos gigantes. Não deixe de conferir o belo e variado catálogo da editora para conhecer mais.

Um dos meus sonhos de consumo é a Enciclopédia de Jogos da Mitra.

Redbox Editora: A editora carioca cada vez mais tem abraçado os jogos nacionais e traz a programação de seu estande amplamente voltada para a divulgação de seus próximos lançamentos, com a presença dos próprios game designers apresentando seus jogos. Confira os horários abaixo:

Primeiro financiamento de jogo nacional realizado pela Redbox Editora. Previsão de lançamento: Novembro.

Sábado:

10h às 12h: Tsukiji com Leandro Pires e Cangaço com Sanderson Virgolino.

12h às 14h: Papertown com Rodrigo Rego e Labyrinx com Thiago Mattos e Daniel Braga.

14h às 16h: Tsukiji com Leandro Pires e DP6 com Nordan Manz.

16h às 18h: Papertown com Rodrigo Rego e Labyrinx com Thiago Mattos e Daniel Braga.

Domingo:

10h às 12h: DP6 com Nordan Manz e Cangaço com Sanderson Virgolino.

12h às 14h: Tsukiji com Leandro Pires e Labyrinx com Thiago Mattos e Daniel Braga.

14h às 16h: Cangaço com Sanderson Virgolino e DP6 com Nordan Manz.

16h às 18h: Tsukiji com Leandro Pires e Papertown com Rodrigo Rego.

PALESTRAS:

Sábado:

11h30 às 12h30: Representatividade Feminina nos Board Games
Participantes: Aline Costa (Turno Extra), Vanessa (Funbox), Priscila Terra (Board Games Girls) e Patricia Nate (Lady Lúdica).

14h40 às 15h30: Compartilhando Experiências: Sergio Hallaban
Participantes:  Sergio Hallaban (Quartz, Matryoshka e Sheriff of Nottingham).

Domingo:

 10h30 às 11h20: Ilustração no Mercado de Jogos Analógicos
Participantes: Annita “Amedyr” Wright , Daniel Lustosa e Lucas Rodrigues.

11h30 às 12h30: Painel Editorial: Licenciamento de Board Games
Participantes: Aguardando confirmação.

13h20 às 14h20: Painel Editorial: Fatores que Determinam a Precificação de um Jogo
Participantes: Rodrigo Gyodai (Galápagos Jogos), Valdney Rocha (Grow), Cristiano Cuty (Conclave Editora), Jorge Takehara (Mitra), Antonio Pop (Redbox Editora).

14h30 às 15h20: GenCon 2017: O que rolou?
Participantes: Cristiano Cuty (Conclave Editora) e Kleber Bertazzo (Conclave Editora).

15h10 às 16h10: Painel Internacional: Conclave Editora
Participantes: François Rouzé (Room 25).

ÁREA DE PROTÓTIPOS:

Na edição deste ano do Diversão Offline, o Catarse está sendo o responsável pela área de protótipos e está promovendo um concurso, que será decidido por avaliação popular, que irá premiar o jogo mais votado com os primeiros mil reais para ajudar a cumprir a meta da campanha de financiamento coletivo que for realizada através da plataforma. São 14 mesas inscritas e vocês podem conferir a lista completa e detalhada sobre participantes no site do evento.

SALA CARD GAME:

O espaço será administrado pela Copag, Wizard Of The Coast e a Magic Store Brasil e trará nos dois dias de evento torneios diversos de Magic, Pokémon e Battle Scenes. Pensando nos jogadores iniciantes, haverá instrutores preparados para ensinar as regras do jogo de qualquer um dos três jogos. Além disso, a Wizard Of The Coast irá sortear 500 kits para iniciantes de Magic. Confira todos os detalhes de horários e formatos dos torneios no site do evento.

MAPAS DO EVENTO:

PROMOÇÃO TURNO EXTRA NA GAME OF BOARDS:

A cada jogo comprado no estande da loja Game Of Boards, no sábado até às 17h, você ganhará um cartão nosso com um número para o sorteio que será realizado no mesmo dia às 17h30. O ganhador precisa estar presente no local no momento do sorteio, em caso de ausência outro número será sorteado. A Game Of Boards será o maior estande de loja presente no Diversão Offline 2017, toda a estrutura da loja física será desmontada e transportada integralmente para o evento. Não deixe de passar lá para comprar seus jogos favoritos com super descontos e ainda correr o risco de levar esse presentão do Turno Extra. Saiba todos os detalhes da promoção aqui.

A MAIOR COBERTURA DO DIVERSÃO OFFLINE – TURNO EXTRA + GAME FM

Desde a primeira edição do evento sempre nos esforçamos para realizar a melhor cobertura possível, o que resultou em consequência na maior quantidade de vídeos produzidos. Confira as playlists da cobertura das edições anteriores feitas pelo nosso canal.

O fato de termos um jornalista na equipe do Turno Extra torna natural pensar em uma estrutura cada vez mais profissional para cobrir o evento, com uma preocupação maior na informatividade do conteúdo produzidos, por isso um nosso foco principal são as entrevistas.

Este ano além de contar com a experiência jornalistica de Felipe Vinha, veterano de coberturas de eventos internacionais como Blizzcon e E3, teremos também o suporte da galera da GameFM, um grande site de videogames, altamente acostumado a cobrir grandes eventos.

Então fiquem ligados aqui no nosso blog e não deixe de se inscrever também no nosso canal no Youtube. Outra novidade é que vamos publicar sobre o evento ao vivo no nosso perfil no Instagram, siga a gente lá para acompanhar tudo em tempo real.

ASSISTA TAMBÉM O NOSSO VÍDEO DE DICAS SOBRE O DIVERSÃO OFFLINE:

E A NOSSA ENTREVISTA COM A FERNANDA SERENO, UMA DAS ORGANIZADORAS DO EVENTO:

 

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Game Maker revela atrações e jogos inéditos para o Diversão Offline 2017

A Game Maker, empresa especializada em produzir protótipos e jogos no estilo “Print and play”, anunciou seus primeiros lançamentos oficiais como editora para o Diversão Offline 2017, no Rio de Janeiro. Entre eles, dois títulos do game designer Sanderson Gomes, conhecido pelo jogo Cangaço. Todos serão vendidos no estande da companhia.

O primeiro deles é Bushido, do próprio Sanderson, com foco em duelos e com a temática oriental de “samurais”.

Outro game, também de Sanderson, é Era dos Piratas. Este tem a arte de Desiré Taconi, já com uma proposta de exploração e expansão marítima, mas com formato “pocket”, que cabe no bolso.

Já Enchanted Cubes é um jogo de Eduardo Guerra, com arte de Iaggo Piffero, misturando dados e efeitos impressos em suas faces. É preciso evoluir artefatos místicos com pergaminhos, para obter o limite de poder.

Por fim, Unfairy, de Guilherme Marques – um jogo de cartas situado no mesmo universo de contos de fadas famosos, onde é preciso buscar o final de feliz para cada um.

Sanderson e Guilherme estarão presentes no evento e poderão dar autógrafos aos compradores dos jogos. Todos os títulos serão impressos sob demanda e ainda não há data ou previsão para que eles sejam comercializados fora do Diversão Offline. O evento ocorre nos dias 19 e 20 de agosto, no Centro de Convenções SulAmérica.

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