Análise: Por Favor, Não Corte Minha Cabeça, da Geeks N’ Orcs

Como eu já disse anteriormente em outro texto, sinto falta de uma maior diversidade de elementos nos boardgames com temática de terror, tudo acaba ficando resumido a Cthulhu e Zumbis. Adoro ambos, porém acho que já está muito saturado. Existem tantas outras possibilidades para serem exploradas. Então, quando fiquei sabendo sobre o Por favor, não corte a minha cabeça! fiquei  bem animada de cara. Ele tentar uma caminho diferente, fugindo do óbvio.

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Análise: Cartas a Vapor, da Potato Cat

Cartas a Vapor é um jogo que chamou a minha atenção por dois motivos bastante inusitados dentro do mercado nacional: ter uma mulher como game designer e ser inspirado em um livro de Steampunk brasileiro – A lição de anatomia do temível Dr. Louison, do gaúcho Enéias Tavares. Acho que mesmo fora do Brasil ambas as coisas são ainda bastante incomuns.

Um encontro do Steampunk com personagens da literatura brasileira numa trama de crime, mistério e terror.

Como mulher dentro de um hobby predominante masculino sempre é um motivo de alegria encontrar outras mulheres que compartilhem do mesmo gosto que tenho por boardgames, melhor ainda quando elas começam a desenvolver atividades na área. É muito bom poder ver mulheres como donas de lojas, editoras, organizadoras de eventos, ilustradoras e também game designers. É enriquecedor para o hobby, pois agrega uma visão diferente.

Cartas a Vapor foi o primeiro jogo publicado pelo casal Kevin e Samanta Talarico. Para isso, eles fundaram a Potato Cat e viabilizaram o lançamento através de uma bem-sucedida campanha de financiamento coletivo. O jogo contou com a participação ativa do autor do livro em todo o processo de desenvolvimento, pois sua preocupação era que o Cartas a Vapor fosse acessível para todo o público.

Minha formação acadêmica em Letras, mas especificamente Literatura, sempre me faz ter grande interesse por qualquer tipo de adaptação de livros para outros meios. Isso combinado com a minha paixão por boardgames resultou em uma combinação perfeita. Apesar de não ser fã de histórias no estilo Steampunk, acho o conceito e a estética bem interessantes, principalmente para trabalhar em meios visuais.

Tendo em mente a ideia de ser acessível, Cartas a Vapor usa como base o baralho de cartas tradicional. O principal do jogo está na formação de sequências numéricas com as cartas, elas podem ser pares, ímpares ou corridas. Tais cartas numeradas que formarão a mão dos jogadores recebem o nome de Peças. O limite de sequências em jogo é 6 e elas podem ser formadas por até 6 cartas.

Uma partida de Cartas a Vapor em andamento.
Sequências numéricas válidas no jogo.

Existem 4 tipos de Peças diferentes no jogo: Pesadas (Vermelho), Leves (Marrom), Enfeitiçadas (Roxo) e Enferrujadas (Verde). Existe também a chamada Peça Brilhante, que funciona como um coringa. Cartas a Vapor utiliza cartas numeradas entre 1-8, porém os baralhos vêm completos para que os jogadores possam utilizá-los como um baralho estilizado para outros jogos de cartas tradicionais.

Tipos de cartas de Peças.

O modo como são fechadas as sequências e como as cartas serão utilizadas para comprar as cartas de Ferramenta mudam de acordo com cada missão do jogo. As missões são compostas de 3 cartas. Uma com o lore, outra com o objetivo de heróis e vilões e uma última que determina as condições de resgate e utilização das cartas. Isso garante a Cartas a Vapor uma ampla rejogabilidade, através de um número extenso de possibilidade de combinações.

O possui um total de 14 missões.

Cartas a Vapor é um jogo para ser jogado em times, um lado com os heróis e outro com os vilões. As cartas de personagem variam entre 1-3, tal variação permite equilibrar o jogo com qualquer número de jogadores, o que precisar ser igual é a soma total da pontuação total do time. Cada personagem possui uma habilidade única. Na hora de montar o time é bom que os jogadores busquem aqueles com maior sinergia.

Alguns dos personagens do jogo.

O esquema de times do Cartas a Vapor tem um lado muito bom que é o de permitir times com número de jogadores desigual. Então, se o número total de jogadores for ímpar ou ainda mais jogadores quiserem jogar em um dos lados, isso não será problema. O que dá uma flexibilidade bem maior do que se costuma verificar em jogos desse tipo. O problema é o clássico fator Alpha Player, questão recorrente em jogos com teor cooperativo em algum nível.

O número de ações que cada jogador irá ter depende da quantidade total de jogadores em cada time. As ações possíveis são: baixar carta de Peça, repor a mão (só se estiver vazia), construir ou usar Ferramenta e utilizar habilidade de personagem. As sequências de cartas de Peça compradas da mesa são de propriedade do time, não do jogador que a comprou. Portanto, a decisão quanto a sua utilização será coletiva, isso propícia muito o controle de um jogador sobre os demais. Principalmente, se tratando de um jogador mais experiente.

As missões possuem uma escala de dificuldade gradativa, o que em um primeiro olhar pode parecer bom, mas também pode ser ruim. Digo isso porque as missões iniciais possuem um fator sorte alto e podem passar uma ideia errada sobre o jogo. A primeira missão é encontrar uma determinada Ferramenta, então vira uma espécie de corrida. Porém, as missões posteriores vão crescendo em complexidade, sendo por isso bem mais interessantes.

Ferramentas exigidas na primeira missão.

A questão é o jogador não desistir nas iniciais e chegar até lá. Não que seja obrigatório jogar na ordem, cada missão funciona de maneira independente. Porém, creio que seja uma tendência mais ou menos geral seguir a ordem sequencial. Todavia após dominar as regras pode valer a pena pular as missões iniciais e partir para aquelas que se encontram do meio para o final.

Eu achei as Ferramentas em geral o ponto fraco do jogo, é bem comum acumular várias delas sem utilizar. Tem regra para evitar que o jogador fique com Ferramentas inúteis, porém mesmo assim ainda acho problemático. Principalmente, nas primeiras partidas, nas quais acaba rolando uma tendência de apenas ficar acumulando. Não existe um limite de quantas se pode ter e acontece de simplesmente esquecer um ou outro efeito útil que poderia ter sido utilizado. Saber usar bem as Ferramentas pode demandar algumas partidas.

Apesar da recomendação que dei de pular as missões iniciais após aprender a regra, o jogador não precisa se preocupar com falta de material no jogo. Além das variantes que vêm apresentadas no manual, Cartas a Vapor ainda vem com uma expansão que apresenta traz novos tipos de missões. Existe ainda a variante de cenário que adiciona as belas cartas abaixo.

Adiciona regras específicas. Na minha opinião, é o conteúdo extra mais legal do jogo.
Cartas especiais da missão da expansão que utiliza personagens de O Cortiço, romance de Aluísio Azevedo. Eu gosto muito desse livro.

A arte do jogo em geral não me agradou, principalmente a referente aos personagens. Eu acho a capa do livro muito bonita e preferia que o jogo tivesse seguido o mesmo estilo. Porém, não acho a arte ruim ao ponto de ser algum tipo de demérito.

As cartas de Peças até são bonitas, fornecendo um interessante baralho estilizado. O único problema em relação a elas é que os tons das cartas vermelhas e marrons ficaram bem próximas, o que pode gerar alguma confusão. Porém, nada que prejudique fundamentalmente o jogo, já que as cartas possuem ícones para diferenciar seus tipos.

Cartas de Peças organizadas nas sequências conforme determina as regras do jogo.

O jogo apresenta também problemas de variação de tonalidade das cartas que afetam também o verso das cartas, isso pode causar problemas para jogadores mais competitivos, ainda mais se tratando de um jogo de cartas. Isso prejudica o propósito de colocar como item adicional no jogo, baralhos tradicionais completos. Porém, no Cartas a Vapor em si essa é uma questão que não atrapalha em nada.

Tirando a questão pontual de diferença de tonalidade no verso de algumas cartas e tonalidade parecida em dois tipos de cartas específicos, nada há para reclamar em relação à qualidade material do jogo. A caixa é firme, sem ser exageradamente grossa, comporta todas as cartas de forma confortável. Parece ter espaço para cartas com sleeve, porém não posso afirmar se cabe ou não por não ter sleevado a minha cópia.

A caixa de Cartas a Vapor ainda vem com insert de verdade, não aquele papelão inútil que vem na maioria dos jogos. A divisória para acomodar as cartas é feita de um material rígido e revestido de um tecido que me pareceu ser veludo. Nunca tinha visto algo semelhante em jogos. Impressiona todos que veem pela primeira vez. Ainda sobre a caixa, ela possui um bom tamanho que permite carregar o jogo com facilidade para qualquer lugar. Ela também não é folgada nem apertada demais.

Componentes do jogo na caixa e manuais.

Cartas a Vapor está a venda nas melhores lojas do ramo. Na Game Of Boards, o jogo pode ser adquirido por R$139,9. Existe uma cópia dele na ludoteca da loja, então é possível testar antes de comprar.

Confira a explicação de regras que gravamos com Kevin Talarico:

Confira também a entrevista que fizemos com o Kevin e a Samanta Talarico:

 

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Café Express revela arte de capa, feita por Jessica Lang

Você já sabe que Café Express vai iniciar sua campanha de financiamento em outubro. Agora é a hora de conferir a arte de capa do jogo da Potato Cat, que está logo abaixo. O visual foi criado pela designer e ilustradora Jessica Lang, autora da webcomic Metalmancer, destacando a Xerife Melitta e o Pistoleiro 4 Corações – personagens centrais do game. O jogo nacional é mais um trabalho da dupla Samanta e Kevin Talarico, que também lançaram o título Cartas a Vapor, há alguns meses.

Arte da capa de Café Express

Café Express é para dois jogadores e tem previsão de partida de 30 minutos. Ele possui as seguintes mecânicas: Administração de Cartas, Ação Simultânea, Movimento em Grades, Jogadores com Diferentes Habilidades.

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Análise: Dwar7s Outono, da Mandala Jogos

Dwar7s Outono foi um jogo que me despertou zero interesse inicialmente. Acho que, como quem acompanha regularmente o blog e o canal sabem, eu estou bem cansada da temática medieval e de fantasia. Assim sendo, a ideia de montar um reino de anões não é nada atrativa para mim. Porém, o jogo reúne uma combinação de mecânicas e regras bem simples, mas muito bem amarradinhas. Eu gosto muito disso, quando o jogo é redondo e fica claro o esquema ação-reação.

Exemplo de partida em andamento com 2 jogadores.

Aprender o jogo é bem fácil e rápido, ele tem uma barreira de entrada praticamente inexistente. É possível jogar tranquilamente com novos jogadores. Dwar7s Outono brilha nos pequenos detalhes que dão o teor estratégico ao jogo, fazendo com que seja uma opção interessante também para jogadores mais experientes. O problema disso é que em uma mesa misturando os dois tipos de jogadores a chance dos novatos serem massacrados é bem grande, o que pode ser desestimulante ou frustrante para alguns. É um jogo que leva uma ou duas partidas para pegar a malícia.

Os jogadores em Dwar7s Outono possuem a mesma 9 cartas: minas, castelo, troca objetivo, ogro, troll e dragão, sendo essa quantidade também o limite de mão. As ações do jogo são apenas duas: baixar uma carta e alocar anões nas cartas. Em seus turnos, os jogadores podem realizar três ações em qualquer combinação. Cada carta pede uma quantidade específica de anões para realizar seu efeito. O final do jogo é disparado quando um jogador cumpre o terceiro objetivo.

Todos os jogadores começam a partida com as mesmas 9 cartas na mão.

Os jogadores começam a partida com um objetivo individual secreto, os demais ficarão abertos na mesa. Sempre teremos 3 objetivos disponíveis para serem cumpridos. Os requisitos são sempre combinações dos quatro gemas presentes no jogo, a quantidade de pontos é variável de acordo com o nível de dificuldade. As gemas são cartas que vão para a mão dos jogadores. Assim sendo, é preciso baixar logo as cartas iniciais para abrir espaço para guardar as cartas de gemas. A questão é que nem sempre é vantagem colocar tudo tão rapidamente em jogo.

Objetivos secretos.
Demais objetivos.

As cartas de troca objetivo, troll e dragão podem ser mais vantajosas de segurar para um uso posterior dependendo do andamento da partida, mesmo as minas podem sofrer com essa questão. Colocar ou não em jogo depende muito do que os oponentes estão jogando. Por exemplo: Se já tem minas azuis em jogo, talvez seja mais vantajoso segurar a sua um pouco. Um anão de outro jogador pode trancar uma mina futuramente ou jogar uma mina de outro tipo em cima daquela. É um jogo com bastante formas de manipulação e as situações são bem variáveis.

Para cumprir um objetivo não basta conseguir reunir as gemas solicitadas, após isso ainda é preciso colocar seus anões na carta de troca objetivos, então é muito comum que um oponente tente trancar essa carta, principalmente ao notar que você está próximo de cumprir um objetivo que concede uma pontuação grande. Saber o momento certo de baixar sua própria carta de troca objetivo pode dar uma boa vantagem estratégica.

Um único anão vermelho está alocado na carta de troca objetivo apenas para travar o espaço e impedir sua utilização pelo oponente.

A única carta que é claramente vantagem jogar logo no início é o castelo, pois ele concede ao jogador uma quarta ação, além de possibilitar recuperar cartas que estão em baixo de outras cartas. Para jogar uma carta sobre a outra basta que ambas sejam do mesmo tipo. O castelo também serve para determinar o seu reino, que será formado por todas as construções dentro da muralha. Essa é uma questão muito importante do jogo, além dos pontos de objetivos, os jogadores pontuam também pelo tamanho do reino. É preciso se manter atento a isso, uma muralha bem ou mal colocada pode fazer grande diferença no resultado final.

O castelo vermelho foi posicionado de forma a evitar o efeito negativo da carta do troll. Assim sendo, apenas o castelo verde está com sua habilidade anulada.

Além de tudo o que já foi exposto, o jogo ainda dispõe de três formas de ataque direto. As cartas de ogro são as mais efetivas porque são ações ativas instantâneas que não são podem ser bloqueadas. Já as cartas de dragão e troll possuem um efeito passivo de desativação de efeito de localidades nos reinos onde forem colocadas, elas podem ser anuladas ao alocar a quantidade de anões solicitada na carta. Isso ainda concede ao jogador 3 pontos. Em virtude disso, é comum jogar essas cartas mais na intenção de ganhar esses pontos do que prejudicar o oponente.

Cartas de ogro.

Dwar7s Outono é um jogo com partidas bem rápidas e bastante interação entre os jogadores. Além disso, ele é bem fácil de explicar e não exige muito espaço. É um jogo também de fácil transporte, pois a caixa é pequena e seus componentes se resumem a uma quantidade relativamente pequena de cartas e os conjuntos de meeples de anões de cada jogador, o que o torna bastante leve.

Um jogo bastante compacto. Fácil de carregar para qualquer lugar.

A arte do jogo é bem bonita, apesar de considerar o tema pouco atrativo. Ele está sendo vendido a R$ 109,90, o que considero um preço bastante vantajoso para o que é oferecido. O jogo ainda possui um modo solo para o qual é necessário comprar um playmat no valor de R$40. Eu tenho usado o playmat nas partidas multiplayer do jogo só pelo fator beleza e acho que é uma aquisição que vale a pena, apesar de não agregar nada em jogabilidade.

Playmat bem bonito para incrementar o jogo.

Dwar7s Outono pode ser adquirido nas melhores lojas do ramo. Nossa recomendação é a Game Of Boards, a casa do boardgamer carioca. Além de comprar com um ótimo preço e um super atendimento, você ainda pode dar aquela testada para ter certeza do que está levando para casa. Eles possuem programa de aluguel de jogos e também a jogatina semanal toda sexta-feira a partir das 18h. Estamos sempre por lá, se quiser jogar com a gente ou trocar uma ideia é só chegar.

Confira a seguir o Turno Cast sobre Dwar7s Outono:

Em breve, vai ao ar uma entrevista que gravamos com Luis Brueh, autor do jogo. Fiquem ligados e façam a inscrição no canal para não perder nenhum vídeo.

Foto tirada com Luis Brueh na jogatina de sexta-feira da Game Of Boards.
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Conclave lançará Gnomopolis, novo jogo de Patrick Matheus e Igor Knop

Gnomopolis, jogo de tabuleiro criado por Patrick Matheus (co-autor de Masmorra de Dados) e Igor Knop, será lançado no Brasil pela Conclave Editora. O anúncio foi feito pela própria empresa, em uma transmissão ao vivo no Facebook, mas ainda sem muitos detalhes. A arte do jogo é de Marcelo Bastos.

Versão protótipo de Gnomopolis no Guadalupeças

Não há, por exemplo, previsão de preço ou formato de lançamento – ou seja, se será financiamento coletivo ou pré-venda direto para o mercado. A Conclave confirmou, porém, que tem a intenção de lançar o game também no exterior.

Para quem não conhece, o Gnomopolis é um jogo de “gnome Building” onde você vai desenvolvendo sua população de Gnomos. Na mecânica você saca os gnomos do copo e usa eles em ações base e de cartas que adquire durante o jogo. Cada construção traz uma população em sua imigração/crescimento do bairro, sua ação e também um gabarito de tipos de gnomos que serão abrigados ali no fim do jogo, gerando pontos.

Arte de Marcelo Bastos para Gnomopolis

O game já visto em diversos eventos no Brasil, incluindo alguns no Rio de Janeiro, ainda em sua versão protótipo. Logo abaixo você confere uma entrevista gravada pelo Turno Extra com os autores e conhece mais sobre o jogo:

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Caçadores da Galáxia ganhará novo manual revisado

Possível boa notícia para quem possui um Caçadores da Galáxia em sua coleção: o jogo vai ganhar uma terceira versão do manual, agora com redação e revisão profissional. A novidade foi revelada pelo designer do jogo, Daniel Alves, dentro do grupo oficial no Facebook.

caçadores da galáxia

A redação do manual e revisão ficou a cargo de Bianca Melyna, autora do jogo Grasse e profissional formada em Letras. Ela também confeccionou e revisou o manual de instruções do jogo Medievalia, da editora ACE Studios.

Ainda de acordo com Daniel Alves, o material já foi repassado à editora e está, atualmente, em fase de diagramação. Por ora, não há previsão para o lançamento do manual e nem em qual formato será – se será impresso ou via download de PDF.

Vale lembrar que Caçadores da Galáxia foi um dos jogos nacionais de maior sucesso em financiamento coletivo. Porém, o game também gerou críticas por conta de seu manual original, que estava incompleto e com erros.

Atualização 14h30: a notícia foi atualizada para melhor refletir a realidade. Bianca está encarregada tanto da redação, quanto da revisão do manual.

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